segunda-feira, 11 de junho de 2012

DAR COMIDA A POBRE DÁ CADEIA NOS E.U.A !

Última página

  • DAR COMIDA AOS POBRES É DELITO NA MECA DO CAPITALISMO!‏

De:)
 
DAR COMIDA AOS POBRES É DELITO NA MECA DO CAPITALISMO!

Dar comida a los pobres es un delito en Estados UnidosEn los primeros días de junio se hizo efectiva una ley en la ciudad estadounidense de Filadelfia que criminaliza dar comida a los pobres o mendigos en lugares públicos. La policía ahora podrá arrestar a quienes intenten compartir comida con este tipo de personas en la calle.
Según informan los defensores de derechos, el problema del hambre en Estados Unidos es de mucho mayor escala de lo que se suele pensar: para una de cada seis personas en este país el hambre es una realidad. Este índice va creciendo con el endurecimiento de la crisis económica en el país. Según los datos del Departamento de Agricultura estadounidense, en febrero de 2011 46,3 millones de personas dependían de los bonos de comida.
A pesar de la seriedad del problema, los gobiernos locales no solo no lo resuelven, sino que se oponen a las iniciativas de los activistas de repartir comida a los necesitados en las calles. Así lo denunció a la prensa el activista Keith McHenry del movimiento ‘Food not Bombs’.
Orlando fue la primera ciudad en EE. UU. que declaró ilegal alimentar a los pobres al aire libre. Houston dice estar preparado para aprobar la misma normativa. En Dallas y Tampa, Santa Mónica y Los Ángeles ya se producen arrestos por alimentar a los sin hogar en las calles. El 24 de marzo Filadelfia aprobó la ley que prohíbe “todo tipo de alimentación de una gran cantidad de gente” en parques y otras zonas públicas al aire libre.
Según el alcalde de la urbe, Michael Nutter, alimentar a los sin hogar en los parques viola las condiciones sanitarias. Dice que la nueva normativa “protege la dignidad de los sintecho, la limpieza en los parques y elimina las dudas sobre la calidad de la comida que se comparte” y propone fomentar la práctica de alimentar a los pobres en locales cubiertos.

“Quieren ocultar a los sintecho en un rincón y fingir que el problema no existe”

Sin embargo, los opositores a la normativa insisten en que las causas que se dan para justificarla son “puro engaño”, están convencidos de que la verdadera causa del Gobierno de Filadelfia es limpiar la zona turística de los ‘poco estéticos’ sin hogar.
“Esta ley evidentemente fue elaborada no para intentar proteger la salud y dignidad de los sintecho, sino para ocultar a los sintecho en un rincón y fingir que el problema no existe en nuestra ciudad”, denuncia Brian Jenkins de la organización de defensa de derechos humanos Chosen 300 Ministries.
“Dar de comer y satisfacer otras necesidades de la gente es un derecho fundamental. Prohibirlo u oponerse a este derecho no ayuda a resolver el problema. Es inconstitucional e inhumano”, dice el activista Erike Younge.
Los activistas no van a quedarse de brazos cruzados. Planean seguir repartiendo comida a los necesitados, a pesar de los arrestos que les amenazan. “Llamo a cada iglesia, cada organización, cada persona que servía comida en Parkway a que sigan sirviendo en Parkway a pesar de la ley que está entrando en vigor”, insiste Altressa Boatwright, manager de Chosen 300 Ministries. Denuncian que este 8 de junio esperan más arrestos, pero dicen que van a seguir con su lucha.
(Tomado de Rusia Today: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/46516-EE.-UU.-Arresto-para-que-den-comida-a-sintecho)

A BATALHA PELO INTERIOR

Maringá
Em Maringá, a disputa pela prefeitura pode contar com até nove nomes. Por enquanto, PMDB, PMN, PP, PSB, PSDB, PT, PSC, PV e uma ala de esquerda caminham para ter candidato próprio.
No lado peemedebista, a legenda está dividida entre lançar o médico Durval Francisco dos Santos Filho ou se aliar a algum outro partido. O deputado estadual Dr. Batista é candidato praticamente certo pelo PMN, que ainda costura alianças para definir o vice.
O prefeito em exercício, Roberto Pupin, é pré-candidato pelo PP e também aguarda a definição em torno do vice. Já pelo PSB, o nome quase definido é o do ex-secretário estadual de Relações com a Comunidade Wilson Quinteiro.
O PSDB é o partido com mais possibilidades de candidato. Na briga estão o deputado federal Luís Nishimori, o deputado estadual Evandro Jr. e os vereadores Flávio Vicente e Márcia Socreppa. Por outro lado, o PT já definiu que lançará o deputado estadual e presidente da legenda no Paraná, Ênio Verri.
O PSC ainda luta pela candidatura própria. Nesse caso, o candidato seria o deputado federal Edmar Arruda. Quem também tenta emplacar nome próprio no pleito é o PV, ainda sem candidato definido.Uma chapa de esquerda ainda indefinida está sendo articulada entre PSTU, PCdoB e PSol.
Paranaguá
Às vésperas das convenções, o quadro em Paranaguá segue indefinido. Vários políticos foram envolvidos em denúncias de corrupção nos últimos meses. Com isso, abriu-se espaço para novatos. André Pioli é a aposta do PT e Vera Telles do PRTB.
As duas primeiras escolhas do atual prefeito José Baka Filho (PDT), as ex-secretárias Izolda Maciel e Elvira Geraldo, foram descartadas após denúncias envolvendo ONGs e a Máfia da Merenda. O nome da vez, da situação, é Paulo Emanuel do Nascimento (PDT).
Do lado da oposição, os tucanos sofrem com o fogo amigo. O pré-candidato Fabiano Elias, vice-prefeito, solicitou ao comando estadual do PSDB a dissolução da executiva provisória de Paranaguá. O principal alvo do pedido é o atual presidente municipal da sigla e também pré-candidato à prefeitura, Alceu Maron Filho, o Alceuzinho, denunciado pelo MP pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico de influência no caso de venda de cargos e caixa 2 no Porto de Paranaguá. De olho no imbróglio, o Pastor Reinado (PTC) também disputa a preferência tucana.
Dono de um considerável patrimônio eleitoral, o ex-prefeito Mário Roque (PMDB) também está na disputa, mas não tem o apoio do partido. O PMDB estadual dissolveu a provisória municipal presidida por Roque, que se mantém no cargo por uma liminar.
Cascavel
A eleição deste ano entrará para a história de Cascavel por ser a primeira que poderá ser decidida em dois turnos. Uma campanha promovida por diversas entidades conseguiu convencer moradores da cidade que votavam em outros municípios a transferir o título de eleitor e jovens de 16 e 17 anos a fazerem o documento pela primeira vez. Com isso, a cidade atingiu a marca de 200 mil eleitores, fazendo com que a eleição seja definida em primeiro turno somente se o vencedor obtiver mais da metade dos votos válidos.
Até o momento, oito partidos já demonstraram interesse em lançar candidato próprio. O atual prefeito, Edgar Bueno (PDT), ainda não anunciou publicamente sua candidatura à reeleição, mas nos bastidores trabalha para isso.
Na semana passada, o deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC) pela primeira vez admitiu que é pré-candidato a prefeito. O anúncio foi um banho de água fria nos planos do deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB), que pretendia ter o apoio de Paranhos. O parlamentar estadual é visto como um forte oponente.
Também já anunciaram que estão dispostos a irem às urnas o ex-prefeito Lísias Tomé (PSDC), Francisco Menin (PPS), o deputado estadual Professor Lemos (PT), Rosana Nazari (PCB), Jorge Lange (PSD) e Hélio Laurindo (PSB).
Foz do Iguaçu
Em Foz do Iguaçu, a disputa está polarizada entre dois grupos: um tem o apoio do atual prefeito, Paulo Mac Donald (PDT), que não pode mais ser candidato à reeleição; o outro é liderado pelo deputado estadual Reni Pereira (PSB).
O PT tem como pré-candidato Gilmar Piolla. Ele foi o escolhido após a desistência de Jorge Samek, que foi reconduzido à diretoria da Itaipu Binacional. No mesmo grupo, porém, ainda despontam como pré-candidatos Nanci Rafain Andreola (PDT), Joane Vilela (PCdoB) e Chico Brasileiro (PCdoB).
Na oposição, Reni já conta com o apoio do PSDB e namora PSC, PSL e PMN. Nesse cenário, os tucanos devem indicar o nome do vice, que está entre Djalma Pastorelo e Ivone Barufaldi.
Apesar da polarização entre os dois grupos, alguns partidos ainda não definiram que posição tomar e não descartam candidatura própria. No PMDB, o ex-prefeito e ex-deputado estadual Dobrandino da Silva defende o apoio a Reni. Há uma ala que prefere apoiar a situação, e uma terceira via quer Tércio Albuquerque como candidato do partido.
Outros pré-candidatos são Ruberlei Santiago (PP), Fernando Giacobo (PR), José Elias Aiex Neto (PSol), Dilto Vitorassi (PV), Osli Machado (PPS) e Camilo Rorato (PPS).
Ponta Grossa
O cenário eleitoral em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, tem quatro fortes nomes às eleições de 2012: os deputados estaduais Marcelo Rangel (PPS) e Péricles de Mello (PT) e os empresários João Barbiero (PR) e Márcio Pauliki (PDT).
Embora ainda não tenha havido um anúncio oficial, Rangel é hoje a opção do governador Beto Richa (PSDB). Mas o prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB), que está no segundo mandato e não pode tentar a reeleição, ainda não declarou apoio a nenhum nome. O deputado estadual Plauto Miró (DEM), que já foi prefeito de Ponta Grossa, é constantemente citado como possível candidato.
Já Péricles de Mello, que está no quarto mandato de deputado e foi prefeito entre 2001 e 2004, é o nome do governo federal no município.Dono de uma emissora de tevê a cabo em Ponta Grossa, João Barbiero, por sua vez, deixou o cargo de secretário municipal de governo de Wosgrau na semana passada, mas ainda não sabe quais serão seus aliados. Outro nome cotado para a disputa é o de Márcio Pauliki, que é superintendente de uma rede de varejo no ramo de eletrodomésticos. O pedetista é ex-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Ponta Grossa e ainda não disputou um cargo eletivo.
Londrina
Faltando quatro meses para a eleição, Londrina tem nove pré-candidatos a prefeito. São eles: o atual prefeito, Barbosa Neto (PDT), o ex-prefeito Luiz Eduardo Cheida (PMDB), a ex-ministra de Desenvolvimento Social Márcia Lopes (PT), Alexandre Kireeff (PSD), Marcelo Belinati (PP), Marcão Kareca (PRB), Marcos Colli (PV), Tercílio Turini (PPS) e Valmor Venturini (PSol).
O PSDB ainda não definiu que direção tomar depois que o secretário estadual da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, desistiu de ser candidato. Uma ala do partido tem conversado com o PP sobre um possível apoio à candidatura de Marcelo Belinati. No entanto, também são mantidas conversas com Cheida e ainda há a chance de lançar Junker de Assis Grassioto como candidato próprio.
Os partidos de esquerda já estão praticamente consolidados com uma aliança entre PSol, PSTU e PCB.
Uma demonstração de que a disputa deve ser das mais acirradas é que, antes mesmo da realização das convenções, ações relativas ao pleito já movimentam a cidade. A Justiça Eleitoral multou o prefeito Barbosa Neto e o PDT em R$ 12,5 mil cada um por propaganda antecipada. Em maio, o partido realizou dois eventos no centro da cidade que também foram considerados irregulares.

CLIPPING



O Globo

Manchete: Cachoeira intermediou venda da casa de Perillo
Contraventor ordenou que dinheiro fosse levado ao palácio do governo

O bicheiro Carlinhos Cachoeira participou diretamente da venda da casa do governador Marconi Perillo, em condomínio de luxo, em Goiás, e chegou a ordenar ao ex-vereador Wladimir Garcez, outro intermediário da negociação, que o dinheiro fosse levado para Perillo no Palácio das Esmeraldas, sede do governo de Goiás. Gravação da Polícia Federal obtida pelo GLOBO mostra que Cachoeira acertou detalhes da venda do imóvel no dia anterior ao registro da escritura. O bicheiro diz a Garcez: “Vende esse trem hoje, hein. Pega o dinheiro logo, urgente.” E completa: “Fala: É pro governador. Vamos lá pagar ele logo no palácio.” Marconi Perillo será ouvido amanhã na CPI do Cachoeira. (Págs. 1 e 3)
Rio+20: 75% do texto ainda estão em aberto
O texto final para a Rio+20 ainda está com 75% dos seus parágrafos em aberto, às vésperas da conferência. As negociações serão retomadas amanhã, explicou o embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, secretário-executivo da Comissão Nacional da Rio+20. Um dos entraves é a pouca disposição dos países ricos para liberar recursos e transferir tecnologia. (Págs. 1 e 27)
Mesmo com socorro, Espanha terá recessão
Apesar do megassocorro de € 100 bilhões da União Européia aos bancos espanhóis, o presidente do governo da Espanha, Mariano Rajoy, disse que o país não escapará da recessão, com desemprego em alta. Irlanda e Portugal, também ajudados pela UE, mas em condições mais duras, podem rediscutir seus pacotes. (Págs. 1 e 21)
Digital & Mídia
Pacotes de operadoras reduzem valor dos gastos com telefone celular no exterior em até 90%. (Págs. 1 e 22)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo

Manchete: Em 8 anos, Brasil gasta R$2 bi com ação no Haiti
Folha Transparência - Custo original previsto da operação era de R$ 150 mi

A operação militar do Brasil no Haiti, prevista inicialmente para durar seis meses e custar R$ 150 milhões, completou oito anos no início deste mês a um preço de R$ 1,97 bilhão.

Esse total equivale a mais de seis vezes o que foi gasto com a Força Nacional entre 2006 e 2012 e a dois anos de despesas do Pronasci, o principal programa de segurança pública da União. (Págs. 1 e Mundo A8)

Análise

Para o Brasil, países ricos ficaram devendo na reconstrução, escreve Eliane Cantanhêde. (Págs. 1 e A8)
Um milhão de patrões têm dívidas trabalhistas
Pelo menos 1 milhão de empregadores acumulam dívidas trabalhistas não pagas, apesar de os processos já terem uma decisão judicial definitiva. O TST (Tribunal Superior do Trabalho) estima que o total de 1,7 milhão de decisões paradas equivale a R$ 26 bilhões não repassados aos trabalhadores.

Sem poder extinguir a dívida, os empregadores usam recursos para questionar os cálculos, o que posterga o cumprimento da sentença. No topo da lista estão a extinta Vasp, bancos e empresas de segurança privada. Os devedores alegam que as pendências ainda estão em discussão na Justiça. (Págs. 1 e Mercado B5)
Imprensa tomou partido no mensalão, diz ex-ministro
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos afirmou que a imprensa “tomou partido” contra os réus do mensalão e tenta influenciar o resultado do julgamento no Supremo Tribunal Federal fazendo “publicidade opressiva”. “[A imprensa] elevou a um ponto muito forte o mensalão que vai ser julgado, deixando de lado os outros mensalões”, disse o ex-ministro, que é advogado de um dos réus. (Págs. 1 e Poder A4)
Entrevista da 2ª: Marconi Perillo
Ex-presidente Lula deveria se comportar como estadista

Em sua primeira entrevista exclusiva após ser convocado para depor na CPI do Cachoeira, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), afirma que Lula não deve interferir no processo.

Com depoimento marcado para amanhã, Perillo se diz alvo de perseguição e promete mostrar cheques de venda de casa. (Págs. 1 e A12)
Análise: V. Marinheiro
Levará tempo até que Espanha não seja um problema

Com o pedido de até € 100 bilhões à União Européia, a Espanha retorna à segunda divisão da economia do continente. Apesar desse cenário, fanáticos por austeridades acham que há luz no fim do túnel com os cortes do governo e a reforma trabalhista. Ainda que dê certo, levará um longo tempo. (Págs. 1 e Mundo A10)
Maria Inês Dolci
Brasileiro é líder na geração de lixo eletrônico

Cada consumidor brasileiro descarta meio quilo de lixo eletrônico por ano, segundo a ONU. Na China, esse número cai pela metade. Entre os emergentes, somos o país que mais gera esses resíduos, como baterias, celulares e computadores. Faltam consciência social e programas de recolhimento. (Págs. 1 e Folhainvest B8)
Com Bolsa em queda, ação que paga dividendos vira opção (Págs. 1 e Folhainvest B1)

270 mil na Parada
A 16ª edição da Parada Gay em São Paulo reuniu ontem 270 mil pessoas, segundo cálculo do Datafolha — 65 mil compareceram ao desfile do início ao fim. Foi a primeira vez que o instituto mediu o público do evento.

Ao fim da passeata, o presidente da associação da parada GLBT, Fernando Quaresma, falou em ao menos 4 milhões de participantes. A Polícia Militar não divulgou estimativa. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Editoriais
Leia “O exemplo do INSS”, sobre o atendimento da Previdência, e “É básico”, acerca da falta de rampas para facilitar a locomoção de cadeirantes. (Págs. 1 e Opinião A2)

REPORTANDO

BÓIA NO AR!
Brasília :- 5hr30
Hanoi:-   15hr30
Havana:-  4hr30
Pyongyang:16hr30

Segunda,11 de Junho 2012.

domingo, 10 de junho de 2012

MANCHETES DE HOJE

DOMINGO, 10 DE JUNHO
 
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Freio em obras e projetos de estatais segura o PIB
Agora S.Paulo
Veja o valor dos atrasados da revisão do teto de 88 a 91
O Estado de S.Paulo
Produtividade brasileira cai pelo segundo ano consecutivo
O Globo
'Prédios verdes' do Rio vão ter redução de impostos
Correio Braziliense
O milionário mercado das corridas de rua no DF
Estado de Minas
Minas +20
Zero Hora
Nem tudo ficará pronto para a Copa
*
Veja
Caso Yoki - Mulher Fatal
Época
Escravos do celular
IstoÉ
Dor de cabeça
Carta Capital
Fraude na escolinha do professor Gilmar
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Crescimento de latinos não foi totalmente sentido na cabine de votação
The Washington Post (EUA)
Bancos espanhóis pedem resgate
The Times (Reino Unido)
Juízes são avisados para não serem duros com imigrantes
The Guardian (Reino Unido)
Aluguel será o 'caminho da vida' para jovens famílias do Reino Unido
Le Monde (França)
Os 50 pontos quentes do primeiro turno das legislativas
El País (Espanha)
Resgate à Espanha
Clarín (Argentina)
Exclusivo: outra carta compromete mais Boudou com Ciccone

COMANDANTE CHAVEZ - 100%

Chávez diz que está 'tudo absolutamente bem' em exames pós-radioterapia

Publicidade
DA FRANCE PRESSE, EM CARACAS
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse neste sábado que "saiu tudo absolutamente bem" nos últimos exames médicos feitos após o tratamento de radioterapia terminado em maio. Chávez luta contra a recorrência de um câncer desde 2011.
"Nos últimos dias, fiz tomografia axial computadorizada e ressonância magnética com contraste e sem contraste --isso há poucas horas", disse Chávez, a jornalistas, no palácio presidencial Miraflores. "Saiu tudo absolutamente bem depois da operação e da radioterapia."
France Presse
Hugo Chávez em sua primeira aparição pública depois de sessão de radioterapia, durante reunião de ministros
Hugo Chávez em sua primeira aparição pública depois de sessão de radioterapia, durante reunião de ministros
Os exames de check-up são um acompanhamento da cirurgia a que o presidente foi submetido em Cuba, em fevereiro, do tratamento de radioterapia que se seguiu.
Chávez disse que os exames estavam previstos para meados de junho, mas que tomou "a decisão de fazê-los antes" para ter os resultados antes de se candidatar às eleições presidenciais, que acontecerão em 7 de outubro.
Chávez, 57, se inscreverá formalmente na segunda-feira ao CNE (Conselho Nacional Eleitoral) como candidato à próxima eleição, na qual disputará o terceiro mandato consecutivo de seis anos.
"Eu me sinto muito bem. Tenho fé em Deus, tenho fé em Cristo, meu Senhor, e na ciência e nessa vontade de viver para continuar lutando por este país", disse o presidente após receber uma delegação do governo russo em visita à Venezuela.
TRATAMENTO
Até hoje ele não deu detalhes sobre o tipo nem a gravidade do câncer contra o qual luta. Durante seu tratamento, Chávez se afastou consideravelmente da mídia e da vida pública --embora tenha feito várias aparições públicas e televisivas nas últimas semanas.
Desde que foi operado do primeiro tumor, Chávez viveu o último ano entre Caracas e Havana, onde passou mais de cem dias para se tratar.
Após se submeter a ciclos de quimioterapia, o presidente deu por superada a doença em outubro do ano passado. Mas, em fevereiro deste ano, uma recorrência do tumor o levou de volta ao centro cirúrgico.
Em 12 de maio, Chávez retornou de Cuba, onde concluiu o último ciclo de radioterapia para tratar a doença.

CÉLULAS TRONCO -

8 Junio 2012 Haga un comentario
ciencia-de-cuba_ciencia-cubana_uso-de-cc3a9lulas-madre-en-cubaA los logros científicos de la medicina cubana, se unen las avanzadas investigaciones en el uso de células madres, las cuales colocan a la mayor de las Antillas en la vanguardia de esta técnica médica, con resultados exitosos en el tratamiento de 4 mil pacientes en los últimos ocho años.
El coordinador nacional del grupo estatal cubano de Medicina Regenerativa y Terapia Celular, Porfirio Hernández, precisó en una entrevista que los resultados favorables están ligados principalmente a tratamientos de enfermedades angiológicas, ortopédicas y respiratorias.
“No es ciencia ficción, yo le diría que casi haciendo una comparación es ciencia acción porque ya la ciencia está en ejecución”, dijo Hernández esta semana al explicar que en el 2004 fueron atendidos sólo ocho pacientes, mientras que en los últimos 3 años promedian más de 300 los enfermos asistidos.
“De las 15 provincias de Cuba, ya en 11 se está haciendo el tratamiento con células madre y en todas con resultados favorables”, agregó tras comentar que planean extenderlos a todo el país con procedimientos simplificados y costos disminuidos significativamente.
Las células madre tienen la propiedad de regenerar tejidos dañados por enfermedades, traumas o envejecimiento y se obtienen entre otros órganos de la médula ósea, córnea, cerebro o pulmón.
Su uso suscitó el interés mundial en males para los que no existen terapias disponibles como accidentes cerebrovasculares, cardiopatías y Parkinson. Países de la región como Brasil y Argentina utilizan también con éxito este procedimiento.
En Cuba se emplea fundamentalmente en tratamientos de angiología para casos de linfedemas crónicos de miembros inferiores, evitando muchas veces las amputaciones, precisó Hernández, cuyo grupo está adscrito al Ministerio de Salud.
El experto cubano añadió que las células madre han funcionado con éxito además en pacientes con complejas fracturas óseas, trastornos isquémicos, enfisemas pulmonares, insuficiencias respiratorias y hasta para tratar males como la gingivitis.
CELULAS EMBRIONARIAS VS. ADULTAS
Las células madre que han sido más utilizadas en las terapias médicas en muchos países son las embrionarias y las adultas.
Junto al auge de este tipo de tratamiento surgió también una amplia controversia sobre el uso específicamente de las células embrionarias, una práctica que ha sido impugnada por grupos en varios países, entre ellos religiosos y médicos, que critican la eventual destrucción de embriones para su ejecución o la aparición de tumores en algunos pacientes tratados.
Pero esta polémica no se produjo en la isla, que usó desde el comienzo células adultas, a diferencia de Estados Unidos, donde ha sido un tema disputado que ha involucrado a
importantes empresas de salud y autoridades gubernamentales.
Hernández dijo que Cuba optó por las células adultas no sólo por razones éticas sino por su eficacia probada.
“Son más simples de trabajar, más económicas, son aportadas por el propio paciente y ante esta situación decidimos, por las características nuestras, de nuestro país, empezar con las células madre adultas”, dijo.
“Utilizamos células que ya teníamos experiencia, células obtenidas de la médula ósea o de la sangre periférica del paciente”, agregó.
El también vicedirector de Ciencia y Técnica del Instituto de Hematología e Inmunología de La Habana comentó que Cuba usa para esta terapia la tecnología convencional en la medicina transfusional y logró simplificar el procedimiento con el uso de productos nacionales a partir de investigaciones locales.
“Inicialmente se empezaron tomándolo de la médula ósea del propio paciente, pero esto requiere una anestesia, llevarlo al salón, punciones intraóseas para aspirar las células, lo cual es molesto para los enfermos”, dijo.
“Se decidió otra técnica que ya veníamos aplicando, es decir, esas células que están dentro de la médula ósea, dentro del hueso de los enfermos, llevarlas hacia la sangre periférica”, agregó, aclarando que el “factor movilizador” que usan para las células es producido en laboratorios cubanos, lo que abarata el procedimiento y evita importaciones.
Según Hernández, estudios locales para comparar estos productos cubanos con los comerciales, que son más costosos, indicaron “resultados similares”, pero no aclaró el valor del tratamiento por paciente.
El experto dijo que hasta ahora son tratados sólo pacientes cubanos, pero comentó que mantienen contactos con especialistas de otras naciones y hasta planean implementar convenios de colaboración con países como Brasil.
“Si el desarrollo de este tratamiento se mantiene en avanzada, se pueden introducir métodos prácticos, más económicos y factibles, puede ser esto un paso para que se pueda extender a otros países del área”, observó.
“Estamos buscando hacerlo en etapa precoz, donde se puedan obtener mejores resultados”, agregó al referirse al tratamiento de infartos cerebrales antiguos y hemiplejias que han sido tratados con moderada mejoría.
(Con información de Reuters)

sábado, 9 de junho de 2012

BLOG EM MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO - MANUTENÇÃO -SÁBADO 08/06

EUA REPASSA ARMAS AOS TERRORISTAS

Imagen activa08 de junio de 2012, 10:19Damasco, 8 jun (Prensa Latina) As ações de grupos armados qualificados pelas autoridades como terroristas deixam hoje sequelas fatais entre militares e civis na Síria, apesar da vontade expressa do governo de favorecer um acordo político para solucionar a crise.

BLOG EM MANUTENÇAO

BLOG EM MANUTENÇÃO

NOVIDADES NO BÓIA - VEM AÍ...

COLUNA - NO RASTRO DO JABOR
por Odessa M. Weisenthal

MANCHETES DOS JORNAIS DE SÁBADO

*
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Espanha deve ser o quarto europeu a ser resgatado
Agora S.Paulo
Tribunais ampliam o direito à aposentadoria especial até 1995
O Estado de S.Paulo
Europa prepara pacote para socorrer economia da Espanha
O Globo
Atraso em obras faz governo mudar prioridades para Copa
Correio Braziliense
Brasileiros cobram penas mais rígidas para criminosos
Estado de Minas
Um transporte leve para BH
Zero Hora
Alta do dólar muda comportamento de gaúchos no Exterior

PERDOE-NOS, BLOG EM MANUTENÇÃO.

estamos em manutenção.

A COMISSÃO DA MENTIRA


COMISSÃO DA MENTIRA


RIO – Quando o presidente Ernesto Geisel, em janeiro de 1976,  demitiu o general Ednardo D’Avila do comando do II Exercito por causa das mortes de Vladimir Herzog e Fiel Filho nas dependências do DOI-CODI paulista, um dos quatro comandantes nacionais do Exército procurou o general Reinaldo Melo de Almeida, comandante do I Exercito no Rio e filho do grande escritor e político brasileiro  José Américo de Almeida:
 - Não se demite um general pelo telex. Precisamos dizer isso ao Presidente. Vamos ao ministro Silvio Frota e ele falará em nosso nome.
- Mas quem assumirá a Presidência da República?
-Não se trata de derrubar. Trata-se de criticar como ele agiu. 

GEISEL
 O general Reinaldo não concordou :
- Nós todos conhecemos o Presidente. Ele está lá porque o Exercito o pôs. É o nosso delegado. Age em nosso nome. Na hora em que tentarmos desautorizá-lo, em hipótese nenhuma ele vai aceitar a reprimenda. E a conseqüência inevitável será a crise e a medida de forças.
- Então, o que vamos fazer?
- Nada. Respeitar a delegação, o poder e a decisão do Presidente. Até para salvar a nação. No Brasil, nunca houve crise de poder sem que o povo fosse para as ruas. Se provocarmos uma luta pelo poder, o povo irá fatalmente para as ruas.
Parou um pouco, pensou e concluiu:
- E eu não vou mandar metralhar a Central do Brasil e o Fundão.
DILMA
O Brasil está vivendo uma grave encruzilhada. A coragem, determinação e autoridade da exemplar presidente  Dilma Roussef criaram a  Comissão da Verdade, para uma tarefa histórica e inadiável : apurar e documentar as violências, torturas, assassinatos, desaparecimentos, praticados pelos governos, pelo Estado brasileiro,  de 1945 até  hoje, sobretudo durante os 20 anos da ditadura militar, de 1964 1984.    
Já que os principais centros de tortura e morte estavam instalados nos quartéis das Forcas Armadas ou das Policias Militares por elas comandadas,  é inevitável que as historias dos gritos, do sangue e dos cadáveres escorram por baixo dos negros e pesados portões militares.
E cada dia, nos jornais, começam a surgir entrevistas, protestos, artigos  de militares tentando inviabilizar a Comissão da Verdade e criar uma Comissão da Mentira.  Mas a Historia é implacável. Por mais que consigam por algum tempo enterrá-la, ninguém a sepulta para sempre.
E um dia o castigo virá, inexorável.
GONDIM
Bom seria se todas as historias fossem bravas como a do general Reinaldo ou apenas rídículas como a  do ”Adelita”, o general Lira Tavares, que conto a seguir.  Ninguém ia querer inviabilizar a Comissão da Verdade.
6 de fevereiro de 1969, cinco da tarde. Na rua Buenos Aires, no Rio, encontram-se os governadores Aluizio Alves, do Rio Grande do Norte, e Pedro Gondim, da Paraiba. O AI-5, assinado pelo general Costa e Silva em 13 de dezembro, continuava cortando cabeças e apavorando o país de norte a sul. Aluizio Alves surpreendeu-se com a euforia de Pedro Gondim:
- Tudo bem com você, Gondim? Jogaram o país num despenhadeiro de boatos. Ninguém mais tem segurança de nada. Não se pode trabalhar.
LIRA TAVAES
- Aluizio, eu resolvi meu problema. Fui logo a Deus. Procurei o general Lira Tavares , ministro da Guerra, amigo de meu pai. Ele foi  muito atencioso comigo. Ele me disse: - “Olhe, governador, como paraibano, também sou seu governado. Desde a infância, sempre fui amigo de seu pai. Gostava muito dele. Não se importe com os rumores. Deixe os boatos circularem. Volte para a Paraiba e cuide de nosso Estado. Eu lhe asseguro que nada acontecerá. Se o senhor tiver que ser cassado, também eu serei.- Ele lhe disse isso? 
- Disse isso e mais ainda. Estou viajando agora para João Pessoa, tranqüilo. Vou tapar a boca dos que dizem que vou ser cassado.
Viajou. No dia seguinte, 7 de fevereiro, Pedro Gondim, o filho do amigo do general Lira Tavares e governador da Paraiba, foi cassado.
O general não foi cassado e ganhou a Embaixada do Brasil em Paris.
sebastiaonery@ig.com.br

A COMISSÃO DA MENTIRA



Escrito por Erica Soares   
viernes, 08 de junio de 2012
Imagen de muestra08 de junio de 2012, 12:06Havana, 8 jun (PL) Cuba mantém mais de 38 mil colaboradores de saúde em 66 países, fundamentalmente na América Latina, África e Ásia, e continua a preparação acadêmica de estudantes nas diferentes especialidades médicas.

  De acordo com Yilian Jiménez, diretora da Unidade Central de Colaboração Médica, este ano superam-se os 10 mil graduados na Escola Latinoamericana de Medicina, desde sua criação em 1999, mencionou ao jornal Juventud Rebelde.

Em conferência durante a Primeira Oficina de Ética, Valores e Internacionalismo Proletário, com sede na central província de Villa Clara, a diretora destacou a significação desse centro de estudos, criado por iniciativa do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro.

Considerou de alto valor a tarefa internacionalista dos homens e mulheres de batas brancas, presente a cada momento desde o triunfo da Revolução, com a assistência da ilha frente aos desastres naturais e outros problemas humanitários.

Além disso, destacou que mais de duas milhões de pessoas tiveram a visão recuperada devido à Operação Milagre, um dos programas que a ilha incentiva em diversas partes do mundo.

Silvia González, presidenta da comissão de ética médica em Villa Clara, assegurou que urge fomentar e resgatar os valores no sistema de saúde e definiu a ética como filosofia da moral, que cada membro do setor deve incorporar a seu trabalho diário.

Manifestou que a recuperação do método clínico contribuirá ao resgate da relação médico- paciente, tanto do ponto de vista profissional como humano, o que fortalecerá o sistema de valores.

rmh/mar/es
Modificado el ( viernes, 08 de junio de 2012 )

CUBA E SUA MEDICINA HUMANITÁRIA



Escrito por Erica Soares   
viernes, 08 de junio de 2012
Imagen de muestra08 de junio de 2012, 12:06Havana, 8 jun (PL) Cuba mantém mais de 38 mil colaboradores de saúde em 66 países, fundamentalmente na América Latina, África e Ásia, e continua a preparação acadêmica de estudantes nas diferentes especialidades médicas.

  De acordo com Yilian Jiménez, diretora da Unidade Central de Colaboração Médica, este ano superam-se os 10 mil graduados na Escola Latinoamericana de Medicina, desde sua criação em 1999, mencionou ao jornal Juventud Rebelde.

Em conferência durante a Primeira Oficina de Ética, Valores e Internacionalismo Proletário, com sede na central província de Villa Clara, a diretora destacou a significação desse centro de estudos, criado por iniciativa do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro.

Considerou de alto valor a tarefa internacionalista dos homens e mulheres de batas brancas, presente a cada momento desde o triunfo da Revolução, com a assistência da ilha frente aos desastres naturais e outros problemas humanitários.

Além disso, destacou que mais de duas milhões de pessoas tiveram a visão recuperada devido à Operação Milagre, um dos programas que a ilha incentiva em diversas partes do mundo.

Silvia González, presidenta da comissão de ética médica em Villa Clara, assegurou que urge fomentar e resgatar os valores no sistema de saúde e definiu a ética como filosofia da moral, que cada membro do setor deve incorporar a seu trabalho diário.

Manifestou que a recuperação do método clínico contribuirá ao resgate da relação médico- paciente, tanto do ponto de vista profissional como humano, o que fortalecerá o sistema de valores.

rmh/mar/es
Modificado el ( viernes, 08 de junio de 2012 )

1964- Leonardo Boff.

27/05 às 00h00

1964: Golpe militar a serviço do golpe de classe 

Jornal do BrasilLeonado Boff*
O objeto da Comissão da Verdade deve, sim, tratar dos crimes e dos desaparecimentos perpetrados pelos agentes do Estado ditatorial. É sua tarefa precípua e estatutária. Mas não pode se reduzir a estes fatos. Há o risco de os juízos serem pontuais. Precisa-se analisar o contexto maior, que permite entender a lógica da violência estatal e que explica a sistemática produção de vítimas. Mais ainda, deixa claro o trauma nacional que significou viver sob suspeitas, denúncias, espionagem e medo paralisador. 
Neste sentido, vítimas não foram apenas os que sentiram em seus corpos e nas suas mentes a truculência dos agentes do Estado. Vítimas foram todos os cidadãos. Foi toda a nação brasileira. Para que a missão da Comissão da Verdade seja  completa e satisfatória, caberia a ela fazer um juízo ético-político sobre todo o período do regime militar.
Importa assinalar claramente que o assalto ao poder foi um crime contra a Constituição. Configurou uma ocupação violenta de todos os aparelhos de Estado para, a partir deles, montar uma ordem regida por atos institucionais, pela repressão  e pelo estado de terror. Bastava a suspeita de alguém ser subversivo para ser tratado como tal. Mesmo detidos e sequestrados por engano como inocentes camponeses, para logo serem seviciados e torturados. Muitos não resistiram, e sua morte equivale a um assassinato. Não devemos deixar passar ao largo os esquecidos dos esquecidos, que foram os 246 camponeses mortos ou desaparecidos entre 1964-1979.   
O que os militares cometeram foi um crime lesa-pátria. Alegam que se tratava de uma guerra civil, um lado querendo impor o comunismo e o outro defendendo a ordem democrática. Esta alegação não se sustenta. O comunismo nunca representou entre nós uma ameaça real. Na histeria do tempo da Guerra Fria, todos os que queriam reformas na perspectiva dos historicamente condenados e ofendidos – as grandes maiorias operárias e camponesas – eram logo acusados de comunistas e de marxistas, mesmo que fossem bispos, como o insuspeito dom Hélder Câmara. Contra eles não cabia apenas a vigilância, mas para muitos a perseguição, a prisão, o interrogatório aviltante, o pau de arara feroz, os afogamentos desesperadores. Os alegados “suicídios”  camuflavam apenas o puro e simples assassinato. Em nome do combate ao perigo comunista, se assumiu a prática  comunista-estalinista da brutalização dos detidos. Em alguns casos se incorporou o método nazista de incinerar cadáveres como admitiu Cláudio Guerra, ex-agente do Dops de São Paulo.
O grande perigo para o Brasil sempre foi o capitalismo selvagem. Usando palavras de Capistrano de Abreu, nosso historiador mulato, “capou e recapou, sangrou e ressangrou” as grandes maiorias de nosso povo. 
O Estado ditatorial militar, por mais obras que tenha realizado, fez regredir política e culturalmente o Brasil. Expulsou ou obrigou ao exílio nossas inteligências e nossos artistas mais brilhantes. Afogou lideranças políticas e ensejou o surgimento de súcubos que, oportunistas e destituídos de ética e de brasilidade, se venderam ao poder ditatorial em troca  de benesses, que vão de estações de rádio a canais de televisão. 
Os que deram o golpe de Estado devem ser responsabilizados moralmente por esse crime coletivo contra o povo brasileiro.  
Os  militares já fora do poder garantiram sua impunidade e intangibilidade graças à forjada anistia geral e irrestrita para ambos os lados. Em nome deste status, resistem e fazem ameaças, como se tivessem algum poder  de intervenção, que, na verdade, é inexistente e vazio. A melhor resposta é o silêncio e o desdém nacional para  a vergonha internacional deles. Os militares que deram o golpe se imaginam que foram eles os principais protagonistas desta façanha nada gloriosa. Na sua indigência analítica, mal suspeitam que foram, de fato, usados por forças muito maiores que as deles. 
René Armand Dreifuss escreveu em 1980 sua tese de doutorado na Universidade de Glasgow com o título 1964: A conquista do Estado, ação política, poder e golpe de classe (Vozes, 1981). Trata-se de um livro com 814 páginas, das quais 326 de documentos originais. Por estes documentos fica demonstrado: o que houve no Brasil não foi um golpe militar, mas um golpe de classe com uso da força militar. 
A partir dos anos 60 do século passado, se formou o complexo Ipes/Ibad/GLC. Explico: o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) e o Grupo de Levantamento de Conjuntura (GLC). Compunham uma rede nacional que disseminava ideias golpistas, composta por grandes empresários multinacionais, nacionais, alguns generais, banqueiros, órgãos de imprensa, jornalistas, intelectuais, a maioria listados no livro de Dreifuss. O que os unificava, diz o autor, “eram suas relações econômicas multinacionais e associadas, o seu posicionamento anticomunista e a sua ambição de readequar e reformular o Estado” (pág. 163) para que fosse funcional a seus interesses corporativos. O inspirador deste grupo era o general Golbery de Couto e Silva, que já em “em 1962 preparava um trabalho estratégico sobre  o assalto ao poder” (pág. 186). 
A conspiração, pois, estava em marcha, há bastante tempo. Aproveitando-se da confusão política criada ao redor do presidente João Goulart, tido como o portador do projeto comunista, este grupo viu a ocasião apropriada para realizar seu projeto. Chamou os militares para darem o golpe e tomarem de assalto o Estado. Foi, portanto, um golpe da classe dominante, nacional e multinacional, usando o podermilitar.
Conclui Dreifuss: “O ocorrido em 31 de março de 1964 não foi um mero golpe militar; foi um movimento civil-militar; o complexo Ipes/Ibad e oficiais da ESG (Escola Superior de Guerra) organizaram a tomada do poder do aparelho de Estado” (pág. 397). Especificamente, afirma: ”A história do bloco de poder multinacional e associados começou a 1º de abril de 1964, quando os novos interesses realmente tornaram-se Estado, readequando o regime e o sistema político e reformulando a economia a serviço de seus objetivos” (pág. 489). Todo o aparato de controle e repressão era acionado em nome da Segurança Nacional que, na verdade, significava a Segurança do Capital. 
Os militares inteligentes e nacionalistas de hoje deveriam dar-se conta de como foram usados por aquelas elites oligárquicas, que não buscavam realizar os interesses gerais do Brasil mas, sim, alimentar sua voracidade particular de acumulação, sob a proteção do regime autoritário dos militares.  
A Comissão da Verdade  prestaria esclarecedor serviço ao país se trouxesse à luz esta trama. Ela simplesmente cumpriria sua missão de ser Comissão da Verdade. Não apenas da verdade de fatos individualizados mas da verdade do fato maior da dominação de uma classe poderosa, nacional, associada à multinacional, para, sob a égide do poder discricionário dos militares, tranquilamente, realizar seus objetivos corporativos. Isso nos custou 21 anos de privação da liberdade, muitos mortos e desaparecidos, e de muito padecimento coletivo.
*Leonardo Boff, escritor, teólogo e filósofo, é  membro da Iniciativa Internacional da Carta da Terra. -  lboff@leonardoboff.com

terça-feira, 8 de maio de 2012

CPT mostra que mortes, ameaças e trabalho escravo ainda são constantes no campo

Adital

Na manhã desta segunda-feira (7), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou em Brasília, Distrito Federal brasileiro, a 27ª edição do relatório ‘Conflitos no Campo’. Publicado anualmente, o apanhado de informações busca visibilizar o cenário de violência e conflitos vividos no campo e enfrentado por trabalhadores/as rurais. O documento, que revela dados de 2011, também mostra manifestações pela defesa e garantia de direitos.

Neste mesmo dia, CPT entregou o relatório à ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e ao Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas. Além disso, deve protocolar o documento no ministério do Meio Ambiente e de Minas e Energia, e na Secretaria Geral da Presidência da República.

A Comissão quer chamar atenção para a violência que se espalha no campo e para a necessidade de resolver este problema com ações demandadas há anos, como a reforma agrária, assunto ausente na pauta do governo de Dilma Roussef. Segundo o relatório, no primeiro ano de mandato da presidenta, foi notado o menor número de famílias assentadas desde 1995. Situação apontada como "decepcionante”.

Desta forma, fatores como a luta pela terra desencadeiam centenas de mortes, ameaças e perseguições a trabalhadores e trabalhadoras rurais, ambientalistas, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas e movimentos sociais.

Em 2011, os conflitos no campo chegaram à cifra de 1.363 casos, número superior ao de 2010, quando se registrou 1.186 casos. Já os conflitos por terra passaram de 853, em 2010, para 1.035, aumento de 21,32%.

Carlos Walter Porto Gonçalves, um dos responsáveis pelo capítulo sobre "Terra” do relatório, destaca que os conflitos protagonizados pelo poder privado (fazendeiros, empresários, madeireiros e outros) aumentaram. No ano passado, eles foram responsáveis por 689 das 1.035 ocorrências de conflitos por terra. O relatório também especifica que o poder público foi responsável por menos de 100 ações, entre despejos e prisões, e os movimentos sociais responderam por 230 ações, entre ocupações e acampamentos.

A violência também se fez presente no meio rural em 2011. A CPT registrou 29 assassinatos, cinco a menos que ano passado. No entanto, a Comissão avalia que a repercussão de algumas mortes ocorridas em 2011 foi maior do que em anos anteriores, como foi o caso dos assassinatos do casal José Cláudio e Maria do Espírito, no estado do Pará, de Adelino Ramos, em Rondônia, e do cacique indígena Nísio Gomes, no Mato Grosso do Sul.

O relatório detalha que dos 29 assassinados sete já haviam recebido ameaças de morte. Prática que cresceu no último ano e passou de 125 (2010) para 347 (2011). Os alvos das ameaças, em sua maioria, são índios, quilombolas, ambientalistas e o Ministério Público. A CPT também revela dados sobre o trabalho escravo e mostra que esta é uma "chaga que não cicatriza”. O número de ocorrências passou de 204 para 230, em 19 estados.

Ao mostrar dados do início deste ano, a Comissão mostra que a violência continua a assustar a população do campo. De janeiro a abril, 12 trabalhadores/as foram assassinados em conflitos no campo e dezenas de trabalhadores/as, indígenas, militantes, sindicalistas e lideranças já foram ameaçados.

Apesar disso, "mesmo em meio a tantos conflitos, às violências e agressões constantes, a capacidade de resistência e luta dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e de outras comunidades camponesas não arrefece. Apesar de tudo a capacidade de resistência e luta dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e de outras comunidades camponesas não arrefece”, assegura a CPT em nome da população do campo.

Inscrições para o Concurso Literário Jovem vão até o dia 31 de maio

Adital
 
Estudantes do ensino médio, matriculados nas escolas particulares e públicas de todo o Brasil, terão até o dia 31 de maio para se inscrever, gratuitamente, no Concurso Literário Jovem, promovido pela Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana. 
 
O objetivo do concurso é incentivar alunos e alunas a produzirem resenhas sobre o livro Bases Para Sua Conduta, disponível no site da Fundação para download, baseado no conhecimento da Ciência Logosófica. Além disso, a intenção é também reconhecer a qualidade da instituição de ensino no estímulo ao cultivo dos valores morais pelo estudante, entre outros.

Para participar, os/as adolescentes deverão escrever um texto de uma página referente ao que mais chamou atenção na obra. O tema é livre. As produções deverão ser entregues no site: www.logosofia.org.br/concursoliterariojovem, no formato Word (.doc).

Se, depois de enviar a resenha para o site do concurso, o/a candidato/a desejar alterar o texto, é possível através de upload. O concurso permite a utilização deste recurso e, até o final do prazo de entrega das resenhas, será considerado sempre o último upload.

Os trabalhos serão avaliados, segundo os critérios de: criatividade, coerência, objetividade, clareza, e adequação ao tema e ao uso correto da língua portuguesa. Serão desclassificadas redações que contenham: reprodução, parcial ou total, de artigos ou textos publicados sobre o livro, a transcrição de trechos da obra sem qualquer elaboração do autor do trabalho a respeito, entre outros.

O resultado sairá no dia 11 de julho, no site do Concurso Literário Jovem, e serão premiados os dez trabalhos que atingirem a maior pontuação. O primeiro lugar ganhará um iPad, um iPhone e um iPod, e os demais, do segundo ao décimo lugar, ganharão um iPad.

Também serão premiadas as instituições dos alunos vencedores. A escola do adolescente que tirou o primeiro lugar ganhará uma lousa digital, e as demais, do segundo ao décimo lugar, ganharão cinco notebooks.

Os prêmios dos vencedores serão entregues, por meio de uma cerimônia, na Fundação Logosófica, no dia 11 de agosto de 2012, data em que se comemora o Dia Internacional da Logosofia.

Para mais informações, acesse o site: www.logosofia.org.br/concursoliterariojovem

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Um "rei" menor, que mata animais indefesos

Nota dos Editores: O texto foi retirado de um blog ativista por direitos políticos, que inclui todos os seres vivos, incluindo os animais. Apesar das palavras um tanto duras do autor, nada se compara a cena acima. Esta cena não foi inventada ou faz parte de algum estilo linguístico. Ela ocorreu; é insofismável. Um elefante abatido por uma espingarda de uma pessoa que pela posição que ocupa deveria ser exemplo. Sabemos com certeza que ele é digno de compaixão, por não ter o esclarecimento necessário. Todavia, é um fato que devemos registrar por estar inserido na nossa proposta educacional de que a consciência está acima de títulos.

Parasita borracho metido a matador. É inacreditável o comportamento do rei da Espanha, Juan Carlos. A Europa e a própria Espanha ardem na crise financeira que se revela uma crise de legitimidade do sistema, e o rei vai para a Botsuana, na África, caçar elefantes a tiro de espingarda. [E ainda posa orgulhoso para a posteridade em fotos indecentes.

Em pleno século 21 o sujeito se acha - continua achando - que é um eleito de Deus, e portanto, acima da realidade que permeia o homem comum e o cidadão médio.

Em outubro de 2004 o sujeito-divino espanhol já havia indignado os ativistas ambientais depois de matar nove ursos (um dos quais era uma fêmea grávida), na Romênia. Em agosto de 2006, Juan Carlos caçou completamente embriagado na Rússia, segundo informaram autoridades russas.

Dias atrás, o PP, partido protofascista que governa a Espanha, aprovou medidas de austeridade para o País. Dentre essas medidas estão cortes de 42% nas despesas com atendimento infantil, 39% de cortes no atendimento social a idosos e - pasmem - apenas 2% de cortes no custeio da Casa Real de Espanha.

Fonte: http://diariogauche.blogspot.com.br/

Serviço Secreto dos EUA proíbe orgias em serviço

Após o escândalo com prostitutas em Cartagena, o Serviço Secreto dos EUA determinou nova regulamentação, proibindo orgia em serviço. Não pode mais freqüentar “locais de má reputação” nem levar estrangeiros para o quarto de hotel. O manual também exige que não haja consumo de álcool nas dez horas anteriores ao trabalho. E os agentes terão de passar por um curso de “treinamento ético”, para “passarem credibilidade”.

O escândalo juntou 12 agentes do serviço secreto e 12 militares do Pentágono que faziam parte da equipe responsável pela segurança do presidente Obama na Cúpula das Américas na Colômbia. Uma das prostitutas contratadas reclamou que não foi paga como combinado e deu até polícia.

Como houve expressiva participação de militares na orgia, espera-se para breve manual do Pentágono sobre o assunto.

VEJA FINANCIOU CACHOEIRA

Depois de subir à tribuna da Câmara e dizer que a revista Veja é “o próprio crime organizado fazendo jornalismo”, o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou em entrevista à Rede Brasil Atual que o veículo de comunicação "fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento", referindo-se à rede ilegal de atuação do contraventor Carlinhos Cachoeira.
O deputado defendeu que os responsáveis pela revista prestem esclarecimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a rede ilegal de atuação de Cachoeira e que sejam tratados como réus. Escutas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostraram conexões entre o grupo do contraventor e o diretor da sucursal de Brasília da publicação semanal, Policarpo Júnior. 
Este mês, Veja divulgou reportagem afirmando que a CPMI é uma "cortina de fumaça" criada pelo PT para desviar o foco do julgamento do mensalão, que será realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A notícia levou Ferro a lamentar que a revista atue desta maneira.
Perguntado se a convocação de representantes do Grupo Abril não afetaria a liberdade de imprensa, Ferro afirmou que as atividades de Veja tem conexão o crime organizado, e não com o jornalismo. Para o parlamentar, o dono da Editora Abril, Roberto Civita, deve ser tratado como réu nessa investigação.
Confira abaixo a íntegra da entrevista com o deputado Fernando Ferro, um dos candidatos a integrar a CPMI do Cachoeira.
Por que levar um órgão de imprensa a uma CPMI?
Caberia ao órgão de imprensa trazer esclarecimentos sobre essa relação, o porquê de tantos telefonemas identificados na investigação da Polícia Federal.
Você falou em requerer a presença de Roberto Civita.
Independentemente de quem seja, o Civita ou não, os responsáveis pela Veja terão de responder sobre isso. 
Há uma relação da Veja com essas atividades ilegais?
É uma relação estranha, que tem laços de cumplicidade com esse submundo. Na verdade, isso vem lá de trás, em vários momentos. Essas denúncias espetaculosas da Veja, todas elas estão sendo lastreadas por esse processo de espionagem e arapongagem. Em termos de ética jornalística, isso é muito questionável. A Veja fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento.
Isso poderia colocar em risco a liberdade de imprensa?
A Veja tenta formar uma ideia de que nós estaríamos querendo restringir a liberdade de imprensa. Essa é uma medida esperta e calhorda dela de justificar a sua ação criminosa. Eles querem falar em nome de toda a imprensa, mas não é verdade, essa prática, esse estilo, é próprio da Veja. Ou seja, ela praticou ações criminosas e agora quer colocar o conjunto da imprensa no Brasil como vítima. Ela é ré, vai ter que trazer esclarecimentos à CPI.
Há quem defenda esse tipo de jornalismo a qualquer custo.
Essas ações da Veja têm tudo a ver com crime organizado, não com jornalismo.
Por que no Brasil há uma tendência de punir exclusivamente os políticos que estão envolvidos em atividades ilegais, sendo que por diversas ela possui muitos lados?
Há uma ação política e ideológica de incriminar um partido político, ou uma orientação, ou uma corrente política. Na verdade, não há uma preocupação com a informação, estão preocupados em incriminar alguém que está governando o país.
O senhor está falando da Veja, especificamente?
A Veja criou a figura do bandido colaborador, que é alguém que atende aos interesses dela, e o qual ela criou um nível de promiscuidade tão grande que você nem sabe quem é mais bandido. Na verdade, os dois são.
Em sua opinião, quem mais deve ser chamado para depôr na CPI?
A partir da investigação da Operação Monte Carlo, você tem os vínculos de articulação criminosa, de envolvimento entre os personagens dessa teia criminosa, então todos eles, tanto agentes públicos quanto privados, deverão ser chamados para prestar esclarecimentos.