quarta-feira, 4 de julho de 2012

CLIPPING

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Brasil Econômico

Manchete: Produção em baixa e consumo em alta revelam incerteza na economia
A atividade econômica brasileira dá sinais desencontrados: ontem, o IBGE anunciou que a produção registrou queda de 4% nos últimos 12 meses, enquanto a venda de veículos, por exemplo, bateu recorde em junho, segundo a Fenabrave. (Págs. 1 e 4)
Frota mundial de aviões vai dobrar em 20 anos
Estudo da Boeing prevê que em 2032 haverá 39,8 mil aeronaves em operação; segundo a fabricante, crescimento do mercado será puxado pelas companhias regionais e pelos voos de curta distância. (Págs. 1 e 19)

JBS fornecerá hambúrguer para a rede McDonald’s
Depois de meses de testes, o frigorífico da família Batista foi escolhido para dividir com a Marfrig o fornecimento de carne para a maior empresa de fast food do mundo, revela a coluna Mosaico Político. (Págs. 1 e 3)
Venezuela no Mercosul: bom ou mau negócio para o Brasil?
Especialistas em comércio exterior têm respostas distintas: para Miguel Jorge, não se pode ignorar o mercado de consumo do país vizinho; para Rubens Barbosa, comércio com EUA e Europa será prejudicado. (Págs. 1 e 6)
Ação do Cruzeiro do Sul sobe com boato de venda
Possível interesse de bancos concorrentes desencadeou alta de 57,3% no pregão ontem. (Págs. 1 e 32)
Grupo de Eike recupera 40% do valor de mercado
Mas para recompor sua fortuna, os preços dos papéis ainda precisam subir mais 22,4%. (Págs. 1 e 30)
Sotaque caipira
Guilherme Rossi, herdeiro da tradicional construtora, chega ao ramo de hotelaria no segundo semestre. (Págs. 1 e 18)

MANCHETES DO DIA

quarta-feira, 4 de julho de 2012

 

NACIONAIS

A Tarde
Queixas contra planos de saúde sobem 57%

Correio da Bahia
Universitária forja sequestro para não entregar trabalho final de faculdade

Tribuna da Bahia
Garota é apreendida com 111 pedras de crack

O Globo
Presidente da Câmara ataca imprensa e pede autonomia para votar 'pautas-bomba'

Folha de São Paulo
Bolsa tem terceira alta seguida; dólar volta ao patamar dos R$ 2

O Estado de São Paulo
CGU vai investigar empresas suspeitas de atos ilícitos com Dnit

Correio Braziliense
Manifestantes passam noite na reitoria da UnB

Estado de Minas
Lula assiste documentário sobre seu governo

Valor Econômico
Servidores pedem reajustes de R$ 92 bilhões

Jornal do Commercio
Policiais e rodoviários em greve entram em confronto no Centro

Zero Hora
Para pressionar parlamentares, aposentados fazem o enterro simbólico do fator previdenciário

Nrasil Econômico
Confira as ações que deixaram as carteiras de julho

INTERNACIONAIS

The New York Times
Com ajuda de softwares, pais vigiam filhos na internet

El País
Marrocos impede cruzeiro gay de visitar centro econômico do país

Le Monde
Tudo está à venda em Londres, até os locais públicos

Der Spiegel
Igreja Católica teme crescente escândalo do banco do Vaticano

Herald Tribune
Questionando os machos - e as fêmeas - alfa

ESPORTIVOS

Placar
Corintianos jogam bombas no campo em treino do Boca antes da final

Lance
Roma fecha com lateral-esquerdo Dodô, ex-Corinthians

Gazeta Esportiva
Henrique é punido pelo STJD, mas joga segunda partida da final

Marca
Julgado, Luís Fabiano desfalca o Tricolor por só mais um jogo

terça-feira, 3 de julho de 2012

MAURO SANTAYANA - O PARAGUAI, O PSDB E O DILEMA DO SENADO.

O PARAGUAI, O PSDB E O DILEMA DO SENADO


O novo governo paraguaio pode ficar tranqüilo: o senador Álvaro Dias garantiu ao presidente Franco o apoio incondicional do PSDB à nova ordem estabelecida em Assunção. Com essa solidariedade, o chefe de governo do país vizinho está apto a reverter a situação de repúdio continental, vencer a parada no MERCOSUL e roncar grosso – como, aliás, está começando a fazer – contra o Brasil, a Argentina e o Uruguai.
O problema todo é que o bravíssimo senador Álvaro Dias, companheiro de dueto, até há poucas semanas, do senador Demóstenes Torres nas objurgatórias morais contra o governo, não combinou esse apoio com o povo paraguaio, que irá às urnas em abril e, provavelmente, nelas, dirá o que pensa da “parlamentada” de Assunção. E, mais ainda: não será ouvido nos foros internacionais que estão tratando do tema. Nesses centros de decisão, quem estará decidindo serão os chefes de estado e os chanceleres dos países do continente. Por enquanto, estando na Oposição, os tucanos não podem falar em nome do Brasil.
A posição brasileira, prudente e moderada, está sendo assumida em consultas com os países vizinhos e com as organizações regionais. Nenhum desses países, por mais veementes tenham sido os protestos, violou um milímetro sequer da soberania do Paraguai – embora, na destituição de Lugo, o soberano real, que é o povo paraguaio, não tenha sido ouvido.
O Brasil já anunciou que nada fará que possa prejudicar diretamente o povo paraguaio. Mas as suas elites devem estar advertidas de que a decisão de construir regimes democráticos sólidos, com o respeito absoluto à vontade popular, manifestada em eleições limpas e livres, é irrevogável na América do Sul.

ESPERANÇA EM HONDURAS !



Xiomara quer encerrar pesadelo neoliberal em Honduras

A candidata presidencial Xiomara Castro - esposa do ex-presidente Manuel Zelaya - fez um chamado aos hondurenhos, nesta segunda (2), para que tomem as rédeas do poder. A convocação aconteceu durante o lançamento de sua postulação.


Durante um grande comício na cidade de Santa Barbara, a candidata pelo partido Liberdade e Refundação (Libre) propôs um projeto de refundação, pacífico, democrático, revolucionário e socialista que permita o acesso ao desenvolvimento.

Ao enumerar os males que afligem a nação, Castro considerou que o bipartidarismo, representando a direita e com o assessoramento do setor mais reacionário do governo norte-americano, foi responsável pelo atual quadro de miséria e empobrecimento das maiorias.

Disse que o partido Libre é a solução e tem entre seus desafios fazer com que Honduras deixe de ser o país mais perigoso do mundo, onde a violência é um dos maiores flagelos associados ao tráfico de drogas e à criminalidade desenfreada.

Com esta proposta de mudança estrutural, a candidata instou a "encerrar o pesadelo neoliberal e construir juntos o socialismo democrático". Ela disse que precisa de uma vitória contundente e definitiva, que favoreça pôr fim ao problema principal desta sociedade, a correlação de forças em favor das elites do poder.

Em suas palavras finais, chamou a completar a tarefa de consulta popular tentada pelo governo deposto pela força em 28 de junho de 2009 e a instalar a Assembleia Nacional Constituinte.

Fonte: CubaDebate

ABAIXO O NARCO-GOVERNO COLOMBIANO!

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http://www.areitoimagen.blogspot.com/

School of the Americas Watch - ESCOLA DE GOLPISTAS TORTURADORES .

domingo, 1 de julho de 2012

Equador não seguirá participando da "Escuela de las Américas"


Nesta quarta-feira, 27 de junho, o Presidente do Equador, Rafael Correa, a pedido de uma delegação da School of the Americas Watch, tomou a decisão de não continuar o envio de soldados equatorianos à Escola das Américas.
Queremos manifestar nossa alegria por esta decisão do governo do Equador, com a certeza de que a Escola das Américas – hoje chamada de Instituto de Segurança e Cooperação do Hemisfério Ocidental – eficazmente treinou e treina os soldados latino-americanos sob a doutrina da segurança nacional, baseada no combate ao inimigo interno, o que incide efetivamente em violações aos direitos humanos em toda América Latina.

No ano de 2010, o Informe da Comissão da Verdade, que investigou as violações aos direitos humanos no Equador, chamou a atenção sobre o treinamento recebido pelos militares equatorianos na Escola das Américas e recomendou ao Estado a não continuar o envio de soldados a este instituto militar. Hoje, essa recomendação foi levada em conta e nos sentimos felizes.

As milhares de vítimas de violações dos direitos humanos no Equador e em toda a América Latina têm o direito de conhecer os responsáveis pelos assassinatos, desaparecimentos forçados e torturas e que estes sejam levados à Justiça para que paguem por seus crimes. Ao mesmo tempo, os estados devem dar garantias de não repetição de tais crimes à sociedade e aos sobreviventes. Uma medida concreta é terminar com a formação militar na Escola das Américas, que tanto dano e sofrimento causou aos nossos povos.

O Equador se soma à Venezuela, ao Uruguai, à Argentina e à Bolívia, compreendendo que nada de bom pode esperar do treinamento oferecido pelo Exército dos Estados Unidos.

Conclamamos os demais países da América Latina a suspenderem o quanto antes os envios de soldados à Escola das Américas, que segue fomentando, agora sob o pretexto da luta contra o terrorismo e o narcotráfico, a violência contra a população.

Felicitamos o Presidente Rafael Correa por esta decisão soberana,  impedindo que se cometam futuramente graves violações dos direitos humanos.
 
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

CLIPPING

Valor Econômico

Manchete: Servidores pedem reajustes que custariam R$ 92 bilhões
Se o governo atender todas as reivindicações de aumento salarial apresentadas pelos servidores civis e militares, a despesa anual da União com o pagamento de pessoal aumentará em R$ 92,2 bilhões, segundo cálculos do Ministério do Planejamento. Do total, R$ 60 bilhões se referem às reivindicações dos servidores civis do Executivo. Os reajustes solicitados pelos militares e pelos funcionários do Judiciário, do Legislativo (incluindo o Tribunal de Contas da União) e do Ministério Público da União custarão R$ 32,3 bilhões.

O valor do acréscimo equivale a quase 50% do que será gasto com o pagamento do funcionalismo federal neste ano, de R$ 187,6 bilhões. Diversas categorias de servidores ameaçam fazer uma greve geral para obter o aumento pretendido. Alguns funcionários já estão parados, como é o caso dos professores universitários, e outros fazem "operação padrão", como os auditores da Receita Federal e do Trabalho, entre outros. (Págs. 1 e A3)

Sobe custo de captação de banco menor
Aumentaram as dificuldades dos bancos de pequeno e médio portes para captação de recursos depois da intervenção no Cruzeiro do Sul. Desde então, o fluxo no interbancário e o acesso a investidores locais estiveram praticamente parados. As operações foram retomadas somente na semana passada, mas em ritmo lento. O custo médio de captação via mercado subiu cerca de 3 pontos percentuais, superando a casa dos 110% do CDI. Com funding mais escasso e caro, os bancos médios preferem manter os recursos em caixa, garantindo nível elevado de liquidez, mas reduzindo a liberação de créditos. (Págs. 1 e C1)
Congresso quer ter maior influência em crédito extra
Já pressionado pela ameaça de aprovação de projetos de lei que elevam os gastos públicos, o Palácio do Planalto corre o risco de perder o controle total da destinação dos créditos extraordinários no Orçamento, liberados por meio das medidas provisórias (MP). Integrantes da Comissão Mista de Orçamento do Congresso iniciaram uma articulação para mudar a regra que limita a apresentação de emendas a essas MPs. Eles querem influenciar a alocação dos recursos e garantir que seus Estados sejam beneficiados, reduzindo a margem de manobra do governo federal na execução orçamentária.

A iniciativa ganhou força com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de alterar o rito de tramitação das medidas provisórias. Antes, a grande maioria dos debates sobre as MPs se dava apenas nos plenários da Câmara e do Senado. Agora, elas terão de passar pelo crivo de comissões especiais mistas antes de seguir para os plenários. (Págs. 1 e A5)

Cai o lucro das mil maiores
aturamento em alta, lucros em queda e aumento do endividamento. Esse é o retrato do desempenho das grandes companhias brasileiras em 2011. Principalmente em razão do mau desempenho da indústria, os lucros das mil maiores empresas no país tiveram no ano passado uma redução de 7,6% - de R$ 185 bilhões, em 2010, para R$ 171 bilhões. O faturamento, porém, cresceu 15,5%, para R$ 2,3 trilhões.

Esses números - os primeiros que trazem uma radiografia completa das grandes companhias em 2011, porque incluem empresas de capital aberto e fechado - fazem parte da 12ª edição do anuário "Valor 1000", que circulará em agosto, quando serão conhecidas as empresas com melhor desempenho em 25 setores da economia, sendo uma delas eleita a campeã do ano. (Págs. 1 e A16)

Fotolegenda: Busca de competitividade
Com a expectativa de ganhos tecnológicos, a processadora de cartões Cielo, presidida por Rômulo Dias, vai pagar US$ 670 milhões pela americana Merchant e-Solutions (MeS). (Págs. 1 e C5)
Governo vai lançar pacote para o setor de turismo
O governo estuda medidas para dinamizar o turismo e reduzir um déficit externo que se aproxima de US$ 15 bilhões por ano. O plano deve incluir redução da carga tributária sobre a cadeia do turismo, como hospedagem, transporte, alimentação, feira e eventos, agências de viagem e locação de veículos, criação de "zonas de tributação especial" em determinadas regiões de apelo turístico e de um "vale-hotel", que os trabalhadores formais receberiam para ser usado em hotéis na baixa temporada. A intenção é zerar o déficit dos gastos de turistas brasileiros no exterior em oito anos.

Pressionado pela presidente Dilma Rousseff e tendo como meta atrair 7,2 milhões de visitantes ao Brasil em 2015, o Ministério do Turismo abriu várias negociações para agilizar a formação de um pacote de medidas. "O Banco Central realiza um pente-fino para entender melhor os gastos dos brasileiros no exterior", disse ao Valor o ministro Gastão Vieira. Só nos primeiros cinco meses do ano, o déficit nas contas externas produzido por gastos de turistas no exterior somou US$ 6 bilhões. (Págs. 1 e A2)

Após 12 anos no poder, PT deve perder Recife
Em uma eleição tida como garantida para a Prefeitura do Recife, o PT caminha agora para a derrota. Confortavelmente instalado no comando da capital desde 2001, o partido compensava uma gestão tímida e mal avaliada, sobretudo pela classe média, com o suporte do governador Eduardo Campos (PSB), cujo acúmulo de poder político parece não ter limites.

Lançado candidato à revelia do comando petista no Estado, o atual prefeito, João da Costa (PT), começou e terminou mal seu mandato. O PT não ia mantê-lo no cargo e, com ajuda do governador e da Frente Popular - amontoado de legendas que Campos lidera -, seria simples colocar outro petista na prefeitura. João mobilizou militantes e venceu a prévia do partido, até o diretório nacional impor o senador Humberto Costa como candidato do PT. Campos viu na briga petista a chance de estender seu domínio à capital e lançou candidato próprio. Ao repelir o PT, a Frente Popular incorporou o PMDB, que até pouco tempo era a maior força de oposição a Campos no Estado. (Págs. 1 e A10)

Com Peña, o PRI tenta se reinventar
"Somos uma nova geração, não há regresso ao passado", disse Enrique Peña Nieto, ao comemorar sua eleição à Presidência do México, um poder que seu Partido Revolucionário Institucional (PRI) exerceu por 70 anos e perdeu em 2000. Foi um discurso em que ele tratou de acalmar os receios da opinião mundial de que não haverá a volta de perseguições políticas, intervenção na economia, corrupção e mandonismo, que os próprios priistas do século passado definiam como "ditadura perfeita".

Até a posse, no dia 1º de dezembro, Peña terá de convencer também os quase dois terços dos mexicanos que não votaram nele de que sua postura no cargo não será apenas a de um rapaz simpático, atlético e folgazão, mas a de um político preparado para vestir a cara de um novo PRI. Nessa fase de transição, terá de fazer o que nunca fez o seu partido: negociar com o Congresso, pois sua maioria não será absoluta nas duas Casas. (Págs. 1 e A13)

Construção reage na China e deve atenuar freada da economia (Págs. 1 e A12)


Setor manufatureiro global é atingido pela desaceleração (Págs. 1 e B9)


EUA não têm força para impulsionar a economia mundial, diz Julia Coronado, do BNP Paribas (Págs. 1 e C3)


AngloGold acelera pesquisas no país
Para se manter entre as líderes na produção de ouro no Brasil, a sul-africana AngloGold Ashanti planeja dobrar seus investimentos em pesquisa mineral, abrindo novas fronteiras de exploração no Mato Grosso e na Região Norte. (Págs. 1 e B1)
Reorganização da RBS
Eduardo Sirotsky Melzer assume hoje presidência do grupo RBS. Caberá a ele liderar a reestruturação dos negócios, que serão divididos em três empresas independentes, nas áreas de comunicação, internet e educação empresarial. (Págs. 1 e B3)
Demanda aérea segue aquecida
O Brasil teve o segundo maior crescimento na demanda por viagens aéreas domésticas em maio, de 7,2% em relação ao mesmo mês em 2011. O Japão liderou o ranking, com alta de 14,8%, segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo (lata). (Págs. 1 e B5)
Carros têm venda recorde
Com a redução do IPI, as vendas de automóveis e comerciais leves superaram 340,5 mil unidades no mês passado, o melhor resultado em 18 meses e o segundo maior da história, só atrás dos 361,2 mil veículos de dezembro de 2010. (Págs. 1 e B7)
Avanço dos transgênicos
A produção de sementes transgênicas certificadas no Brasil cresceu 23% na safra 2011/12, para o recorde de 2,99 milhões de toneladas. O uso efetivo das sementes cresceu 22%, para 1,66 milhão de toneladas. (Págs. 1 e B12)
Paraná quer incentivar cafezais
Governo e entidades públicas e privadas do Paraná lançam um programa para recuperar a cafeicultura no Estado, que já foi a principal atividade econômica paranaense entre a década de 60 e meados dos anos 70, diz Walter Ferreira Lima, da Faep. (Págs. 1 e B12)
Aposta defensiva
Corretoras participantes da Carteira Valor mantêm neste mês a estratégia conservadora que deu bons resultados em junho. Sete das dez indicações estavam no portfólio anterior. A carteira subiu 6,2% no mês passado, ante queda de 0,25% do Ibovespa. (Págs. 1, D1 e D3)
STJ autoriza Juros sobre juros
Após anos de discussões, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou legal a cobrança de juros compostos em empréstimos bancários, autorizada pela MP nº 2.170, de 2000. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Delfim Netto

O governo está tomando medidas corretas para enfrentar o cenário ameaçador de um agravamento da crise europeia. (Págs. 1 e A2)

Luiz Gonzaga Belluzzo

As análises dos economistas, mesmo as de boa-fé, estão carregadas de valorações incompatíveis com o objeto investigado. (Págs. 1 e A15)

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MANCHETES DO DIA

terça-feira, 3 de julho de 2012

Manchetes dos Jornais

NACIONAIS

Tribuna da Bahia
Jaques Wagner diz que os professores estão sendo injustos

O Globo
Brasil terá mais cinco mil vereadores após as eleições municipais de outubro

Folha de São Paulo
Brasil rebate Uruguai e nega pressão por Venezuela no Mercosul

O Estado de São Paulo
Terminal usado em fraude na Câmara de São Paulo é adulteradoom

Jornal do Commercio
PRF realiza a maior apreensão de cigarros contrabandeados

Valor Econômico
Dólar fecha abaixo dos R$ 2 pela primeira vez desde maio

Estado de Minas
Região Sul registra 65 mortes de pacientes com o vírus Influenza H1N1 desde janeiro

Correio Braziliense
Piloto do caça da Aeronáutica é afastado

Brasil Econômico
Carteiras de ações para julho trazem Vale em destaque

Zero Hora
Polícia Civil gaúcha prende em um mês 139 foragidos envolvidos em crimes de homicídio

INTERNACIONAIS

The New York Times
Com ajuda de softwares, pais vigiam filhos na internet

El País
Cinema em catalão: melhor convencer do que impor a língua

Le Monde
Análise: Brasil, campeão dos emergentes

Der Spiegel
Boxeador Vitali Klitschko entra na arena política da Ucrânia

Herald Tribune
Questionando os machos - e as fêmeas - alfa

ESPORTIVOS

Placar
Dirigentes do Santos viajam para negociar Martínez com o Vélez

Lance
Diretor do Figueira chega nesta terça ao Rio para acertar com Loco Abreu

Gazeta Esportiva
Regularizado no BID, Juninho reforça o Vasco contra o Figueirense

Marca
Seedorf usará a camisa 10 do Botafogo

REPORTANDO

BRASÍLIA  01HR15  HANOI  11HR15 HAVANA  00HR15 LUANDA 05HR15 PYOGYANG 12HR15

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CABRAL PREPARA CAMALEÃO PARA SUA PRÓPRIA SUCESSÃO NO RJ.

País - Eleições 2012

Na disputa pela prefeitura, Cabral arma o tabuleiro para a sua sucessão em 2014

Eduardo Paes pode ganhar força para fazer frente a Lindbergh Farias

Jornal do BrasilMarcelo Auler
As convenções partidárias realizadas ao longo da semana passada que oficializaram os principais candidatos na disputa eleitoral de outubro não escolheram apenas os políticos que concorrerão à prefeitura municipal do Rio.
Por detrás dos nomes sacramentados, na verdade, já se tenta pavimentar também os caminhos que levarão a uma briga maior dentro de dois anos: a sucessão do governador Sérgio Cabral, que completará oito anos no cargo e deverá sair em busca, provavelmente, de um novo mandato no Senado Federal.
As alianças políticas seladas escondem um jogo de xadrez mais complexo, no qual o governador Cabral pode estar apostando suas fichas no nome do prefeito Eduardo Paes – candidato à reeleição este ano – como preferido à sua sucessão no Palácio Guanabara.
Uma opção que significa o “descarte” do nome do vice-governador, Luiz Fernando Pezão. Este, embora já tenha frequentado a lista dos preferidos de Cabral para sucedê-lo, vencidos seis anos de governo não demonstrou até o momentofôlego suficiente para enfrentar uma candidatura que parece inevitável no seio do PT: a do senador Lindbergh Farias.
Uma segunda opção do governador seria o atual secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, que defruta de alta popularidade pela bem sucedida politica de pacificação das comunidades carentes, outrora no domínio do tráfico de drogas. Ela, porém, esbarra na confessa falta de apetite eleitoral do secretário que, aparentemente, não parece fazer um jogo dissimulado ao negar seu interesse por um cargo político.
Voltam-se então as atenções do governador para o prefeito, com o qual poderá manter o poder estadual nas mãos do PMDB, ainda que Paes não seja um peemedebista de primeira hora. Antes pelo contrário, tal qual um camaleão que troca a cor da pele, o atual prefeito também já mudou de partido conforme o interesse político do momento: começou no PV, passou pelo PFL, foi do PTB, voltou ao PFL, destacou-se no PSDB como inimigo de Lula, e, por fim, ingressou no PMDB de Cabral no qual se tornou admirador e defensor do mesmo Lula que atacara antes.
A possivel opção pelo prefeito jiuistificaria, inclusive, a escolha de um nome petista de pouca expressividade – o vereador Adilson Pires – para o cargo de vice-prefeito na chapa de Paes. Uma escolha que, pelo que se sabe, desagradou aliados importantes do governador, como o ex-presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Picciani. Este, sem mandato, apostava na indicação do seu filho, o deputado federal Leonardo Picciani, talvez até como forma de voltar a ter poder, ainda que de forma indireta.
Da mesma forma como, do outro lado da baía, Cabral deixou ao relento seu velho amigo Sérgio Zveiter, candidato à prefeitura pelo novato PSD, para apoiar a candidatura do petista Rodrigo Neves.
Com estas alianças o governador certamente aposta em, no minimo, criar uma dissidência para minar na hoste petista uma possivel candidatura de Lindbergh, único nome do PT com cacife para tentar concorrer com o PMDB na disputa pela cadeira do governador.
O tabuleiro de xadrez, portanto, começou a ser montado por Cabral, não apenas com vista à permanência de Paes no Palácio da Cidade – ainda que por, somente, dois anos – mas, principalmente, de olho na sua própria sucessão. Seus próximos passos dependerão de outros fatores. Primeiro, do comportamento do eleitorado em outubro, muito embora não se preveja nenhuma surpresa que lhe seja desagradavel. Passam ainda pelo comportamento dos seus opositores, que podem ou não lhe facilitar os planos. Mas também ficam na dependência de suas muitas amizades, como a de Fernando Cavendish, que, como se viu, às vezes lhe criam enormes dissabores

VIVA O COMANDANTE PRESIDENTE HUGO CHÁVEZ!

1 de Julho de 2012 - 19h53

Chávez: Os próximos cem anos do país vão ser decididos agora 


O “candidato da Pátria”, Hugo Chávez, destacou neste domingo (1º/7) que nos próximos cem dias de campanha eleitoral até o dia 7 de outubro, quando o país elegerá o presidente da República, “serão decididos os próximos cem anos venezuelanos porque uma revolução não pode ser medida em um ano nem uma década, uma revolução se vive por séculos". 


"Nós chegamos aqui para fazer uma revolução verdadeira, a independência, o socialismo, o poderio nacional. Por isso, insisto junto a vocês e quero que minha palavra se multiplique: devemos aplicar-nos a fundo nestes próximos cem dias e cem noites", disse Chávez em um ato de massas realizado no início da campanha eleitoral, que se realizou ao longo de 18 quilômetros no centro do país.

Por essa razão, Chávez repetiu o chamamento à organização para consolidar uma contundente vitória: "Temos que conquistar dez milhões de votos, dez milhões de consciências, dez milhões de corações", disse o mandatário, enquanto a multidão reunida na avenida da Constituição no estado de Arágua, na região central do país, gritava: "Uh-Ah, Chávez no se va!".

O chefe de Estado assinalou que o projeto da pátria trascende seu governo porque "Chávez já não sou eu, Chávez é o povo. Somos milhões. Chávez és tu, mulher. Chávez és tu, jovem, Chávez és tu, criança; és tu, soldado venezuelano; são vocês, pescadores, agricultores, camponeses e comerciantes".

Por essa razão, considerou que essa unidade é a garantia de que "ocorra o que ocorrer a mim, não poderão com Chávez porque Chávez é um povo invicto e invencível".

Dupla estratégia
O candidato da pátria também instou a militância socialista a lutar pela reeleição de duas maneiras: uma defensiva e outra ofensiva, que permita "consolidar não só que o que temos conquistado, mas o que vamos continuar conquistando”.

Chávez explicou que a defesa deve centrar-se "em atuar como uma espécie de muro de contenção para deter o ataque da burguesia imperialista" e a ofensiva, que permita avançar na consecução dos cinco grandes objetivos históricos contemplados no programa de governo da Revolução.

Fonte: Agência Bolivariana de Notícias

WLADIMIR :- " O FUTEBOL É UM PARAÍSO DE OPORTUNISTAS"


Geral


1 de Julho de 2012 - 9h15

Wladimir: "O futebol é um paraíso de oportunistas”


Como bom lateral que foi nos cerca de 20 anos de carreira, Wladimir faz fora do campo uma movimentação parecida àquela que fazia dentro dele. Ora se lança ao ataque e diz claramente suas posições, como faz com relação ao financiamento público do estádio do Corinthians: “Não concordo. Penso que o Estado deveria se ocupar de outros investimentos”.

Por Ciro Barros, em Agência Pública


Ora recua, volta para marcar e assume posições mais cautelosas, como quando perguntado sobre o legado da Copa do Mundo: “Sou cético. Estou na expectativa”.

Vindo das categorias de base do Parque São Jorge, Wladimir Rodrigues do Santos ainda hoje é dono da marca histórica de ser o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Corinthians, com 805 jogos – apesar de ter deixado o clube pela última vez em 1987. O ex-atleta foi revelado pelo Alvinegro em 1973 e ficou quase 14 anos no clube (entre 1986 e 1987 jogou pela Ponte Preta e pelo Santo André). “Hoje as equipes só se preocupam em formar atletas para colocar no mercado internacional” diz o homem que fez parte da Democracia Corinthiana, ao lado do grande Sócrates.

Na segunda entrevista da série que convida jogadores e apaixonados por futebol a pensar a Copa, Wladimir critica a falta de organização e infraestrutura do Brasil para abrigar o megaevento de 2014, fala sobre a mercantilização das categorias e base dos clubes e lembra as conquistas da Democracia Corinthiana. Leia:

Agência Pública: Bom, para começar: o que você acha de o Brasil sediar a Copa do Mundo?
Wladimir: Eu diria que é um ato de coragem, em um país onde a gente carece de infraestrutura esportiva adequada e está tendo que fazer tudo em toque de caixa. Sem dúvidas, a gente acredita que o legado que ficará vai ser de grande valia para os esportistas de todo o Brasil.

Agência Pública: Em que sentido?
Wladimir: No sentido de infraestrutura, no sentido de organização. Isso tudo eu espero que sirva de referência para que a gente consiga utilizar aqui no Brasil, além da infraestrutura, a organização que tem que imperar num torneio internacional, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Infelizmente ainda carecemos dessa organização e de infraestrutura.

Agência Pública: Recentemente, o Copa Pública entrevistou o zagueiro Paulo André e ele disse a seguinte frase:“Hoje temos cargos políticos e não técnicos para conduzir o futebol”. Você concorda com ele?
Wladimir: Concordo. O futebol, na verdade, é um paraíso de oportunistas. As pessoas se acham no direito e na condição de gerenciarem, de administrarem o esporte mais popular do país sem o menor preparo, sem a menor ética, enfim.

Agência Pública: Você fez parte da Democracia Corinthiana, movimento que ficou na história do futebol. Qual é a sua opinião sobre o papel do jogador de futebol hoje? Você acha que falta o jogador se posicionar com relação a vários aspectos do futebol, inclusive a realização da Copa do Mundo no Brasil?

Wladimir: Eles não se posicionam porque isso seria uma “saia-justa”, no caso de eles terem opinião contrária, até porque os números que envolvem o futebol hoje eu diria que contribuem para que cada um se posicione da forma que melhor lhe convém. Eles não estão preocupados com a infraestrutura do futebol, com a organização. Enfim, cada um busca os seus interesses.

Agência Pública: Você falou um pouco sobre o legado que a Copa pode trazer em termos de infraestrutura. Mas você acha que a Copa do Mundo poderia servir para repensar a estrutura do futebol, esses cargos políticos, as condições de trabalho dos atletas, enfim, esse legado menos palpável?
Wladimir: Não porque a cultura do país é outra, é essa, é oportunismo. A oportunidade que impera. E aí, infelizmente, isso não vai ser resultado de uma Copa do Mundo, de uma Olimpíada, que vá mudar a mentalidade do nosso país.

Agência Pública: Você foi jogador e é pai do Gabriel (lateral-direito, revelado pelo São Paulo, com passagens por Fluminense e Cruzeiro, e atualmente no Grêmio), que também é jogador. O que mudou em termos de formação de base do seu tempo para o tempo do Gabriel?
Wladimir: Eu diria que os clubes buscaram se estruturar melhor nas categorias de base, porque é ali que eles formam o seu patrimônio, mas está muito longe do ideal. Hoje, mais do que na minha época, se eles conseguirem formar um atleta no clube, com certeza muita gente vai ficar rica. Na minha época, não. Na minha época se formava os atletas para atender a equipe profissional. Hoje a gente forma jogador para colocar no mercado internacional. Isso chama-se oportunidade. Hoje a maioria dos dirigentes visam essa possibilidade, de estarem no meio e se beneficiarem dele.

Agência Pública: O que você acha do financiamento do estádio do Corinthians ser feito com dinheiro do BNDES e da isenção fiscal?
Wladimir: Isso é complicado. Eu penso que o Estado poderia se ocupar de outros investimentos que atendessem um número maior da população, um número maior de bairros, enfim. Mas essa é a nossa cultura. O Morumbi foi construído dessa forma, com ajuda do Estado e por aí vai. Não concordo.

Agência Pública: Você disse que o futebol é um mar de oportunistas. Quais são os principais interesses que cercam o futebol?
Wladimir: Se antes os clubes tinham a preocupação de formarem os seus atletas para servirem as suas equipes, para ter reforçado o seu grupo, hoje as equipes se preocupam em formar atletas para colocar no mercado internacional. E o atleta não tem culpa disso, porque isso vem de cima para baixo. Na nossa época era diferente. Na nossa época, por exemplo, eu tive algumas sondagens até para sair do Corinthians no início da carreira, e o Matheus [Vicente Matheus, presidente do Corinthians em oito mandatos (1959, 1972, 1973, 1975, 1977, 1979, 1987 e 1989 que faleceu em 1997] não aceitava nem conversar. Era um grupo, uma filosofia de trabalho totalmente diferente da de hoje. Hoje os clubes vivem para isso: formar atletas, que normalmente tratam como mercadoria porque não preparam esse atleta da forma como ele deveria ser preparado, não só esportivamente, mas intelectualmente também. Não existe essa preocupação. E [os clubes querem] colocar jogadores no mercado, esse é o interesse de hoje. Na minha época não existia isso.

Agência Pública: Gostaria de voltar ao tema Democracia Corinthiana. Olhando para trás, como você avalia aquele momento?
Wladimir: Acho que aquele momento foi único. A gente vivia um tempo obscuro da nossa política, com muita centralização de poder e nós não tínhamos a oportunidade de eleger prefeito, governador, nossos mandatários. Hoje é diferente, já temos essa possibilidade. Então a gente acabou, na verdade, assumindo uma postura de buscar a redemocratização desse país, de contribuir para que o país tivesse uma abertura política. A gente fica feliz de ter podido contribuir naquele momento e eu acho que nós só exercemos o nosso papel de cidadãos.

Agência Pública: Você acha que hoje falta um movimento semelhante dos atletas? Falta união, se não para cobrar democracia, para buscar melhores condições, questionar estruturas do futebol que já estão consolidadas?
Wladimir: Acho que as melhores conquistas a gente conseguiu. A nossa geração conseguiu. A Lei do Passe, por exemplo [Lei nº 6.354, de 1976] . Na nossa época a lei era escravagista, a gente não tinha liberdade de ir e vir. E a gente conquistou isso. Então, hoje, quando acaba o contrato do atleta ele está livre e isso é tudo que um trabalhador quer. Se ele não quiser mais ficar no clube, ele sai, e se o clube também não quiser, pode mandá-lo embora. São avanços que a nossa geração conseguiu. O universo do futebol é muito autoritário, e as coisas sempre acontecem de cima para baixo e hoje ninguém vai querer bater de frente com dirigentes, enfim. Hoje o marketing esportivo também contribui para que o volume de recursos do futebol seja muito maior e, portanto, eles têm muitas regalias e acabam não tendo interesse em buscar conquistas.

Agência Pública: O que você acha que a Copa poderia trazer de discussão para o país que não está trazendo?
Wladimir: Eu diria que a Copa, assim como as Olimpíadas, traria para o Brasil um nível de discussão sobre o que representa o esporte, a atividade física na vida das pessoas, né? Com organização, com equipamentos de alto nível para que as pessoas possam se exercitar, isso gratuitamente. Eu acho que a atividade física, o lazer, é direito de todo cidadão e é um dever do Estado. Penso que o esporte de alto rendimento que é o que representa uma Copa do Mundo, uma Olimpíada, poderia servir de referência para o mundo inteiro, porque o mundo inteiro se une em torno destas competições. Aliás o Kofi Annan, que foi secretário-geral da ONU, fez um artigo uma vez para a Folha de São Paulo sobre como ele inveja a Copa do Mundo, que é um evento que mobiliza cada metro quadrado da terra, as pessoas discutem, existem regras claras de classificação e que ele gostaria, por exemplo, que houvesse uma competição entre esses países sobre o Índice de Desenvolvimento Humano, sobre a mortalidade infantil, sobre a fome. O futebol consegue mobilizar as pessoas, consegue fazer com que as pessoas deem as mãos sem nunca terem se visto e o esporte para mim é isso: confraternizar, respeitar a diversidade e a individualidade. As pessoas hoje vivem doze horas para trabalhar e só. Descansam pouco, se alimentam mal, voltam a trabalhar mais doze horas e o esporte alimenta a alma, né?

Agência Pública:
Pensando na Copa do Mundo de 2014, você acha que o Brasil dá mais esperança dentro ou fora das quatro linhas?
Wladimir: Olha, sou cético e acho que nem dentro e nem fora de campo. Estou na expectativa.

CLIPPING

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Brasil Econômico

Manchete: Governo terá linha de crédito para compra de equipamentos médicos
Financiamento terá como alvo hospitais que adquiram aparelhos com pelo menos 60% de nacionalização, anunciou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em evento do BRASIL ECONÔMICO; meta é reduzir em US$ 2 bi importações desses produtos. (Págs. 1 e 18)

Correios vão oferecer serviço de celular
Wagner Pinheiro de Oliveira, presidente da empresa, confirma com exclusividade ao BRASIL ECONÔMICO que iniciará operação em 2013, com planos ambiciosos: conquistar parte dos 25 milhões de brasileiros que ainda não utilizam telefonia móvel no país. (Págs. 1 e 23)
“Maluf é assunto de Fernando Haddad”
Vice-líder nas pesquisas, Celso Russomanno, candidato do PRP, diz que PT terá que explicar ao eleitorado a aliança com o ex-prefeito. (Págs. 1 e 14)
Vale-cultura, um mercado de R$ 7 bilhões
Empresas como Sodexo, Ticket e Peela estruturam cartões específicos para esse tipo de benefício, à espera das regras que vão regulamentar o negócio. (Págs. 1 e 32)
Os Feffer, da Suzano, estreiam em mineração (Págs. 1 e 22)


O encontro do PIB brasileiro
O evento de premiação das Melhores do Brasil reuniu a elite do empresariado nacional, como Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, e mostrou a contribuição do universo corporativo para a economia do país. (Págs. 1 e 8)

MANCHETES DO DIA

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Manchetes dos Jornais

NACIONAIS

O Globo
FAB investiga voo rasante de caças que estilhaçou vidros do STF e do Congresso

Folha de São Paulo
Lugo diz que foi destituído por não querer entregar cargos

O Estado de São Paulo
Brasil e Itália estão unidos no tráfico internacional

Correio Braziliense
Para especialistas, Brasil precisa responsabilizar torturadores

Valor Econômico
PRI deve retornar ao poder no México

Estado de Minas
Petistas já não acreditam em aliança com PSB em BH

Zero Hora
Em sete dias, Grande Porto Alegre registra três tumultos em emergências de hospitais

Brasil Econômico
Ibovespa busca os 57 mil pontos na próxima semana

INTERNACIONAIS

The New York Times
Alimentação vegana ou vegetariana nem sempre é saudável

El País
Resgate de países como Grécia potencializa sentimento de humilhação de seus cidadãos

Le Monde
Análise: Brasil, campeão dos emergentes

Der Spiegel
Morte de romeno revela dificuldades dos trabalhadores estrangeiros na Alemanha

Herald Tribune
Austrália amplia número de bolsas para subsidiar ensino superior de "desprivilegiados"

ESPORTIVOS

Placar
Espanha faz melhor jogo na Euro, vence Itália e conquista o bi

Lance
Santos empata com a Lusa e segue sem vencer no Brasileirão

Gazeta Esportiva
Vitoria do Fla dá sobrevida a Joel

Marca
Jornal uruguaio coloca Forlán próximo de acerto com o Inter

REPORTANDO

BRASÍLIA   06hr10  HANOI  10hr10  HAVANA  05hr10
LUANDA 10hr10  PYONGYANG  17hr10  BOIA NO AR

domingo, 1 de julho de 2012

INFERNO EM FESTA ! MORREU A BESTA HUMANA, O CARNICEIRO DO LIKUD, O PORCO MALDITO, YITZHAK SHAMIR !

 

Yitzhak Shamir, ex-primeiro-ministro de Israel, morre aos 96


DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Yitzhak Shamir, ex-líder israelense que recusou a ideia de trocar terras ocupadas por paz com os palestinos, morreu neste sábado. Ele tinha 96 anos.
Ele foi duas vezes primeiro-ministro de Israel, de 1983 a 1984 e de 1986 a 1992, e ao invés de buscar acordos com os palestinos, apoiava as polêmicas colônias judaicas.
Nascido Yitzhak Jazernick na Polônia, em 1915, Shamir mudou-se para a Palestina em 1935.
Após a criação de Israel, fez parte do Mossad, o Instituto para Inteligência e Operações Especiais israelense, atuando principalmente em Paris.
Em 1965, deixou a espionagem e, cinco anos depois, iniciou suas atividades políticas no partido de direita Likud. Foi como líder do partido que governou Israel nas décadas de 1980 e 1990.
Depois de ser eleito deputado pelo Likud após a derrota desse partido de direita --hoje liderado por Netanyahu-- nas eleições legislativas de 1992, vencida pelos trabalhistas, Shamir se retirou definitivamente da atividade política em 1996, afetado pelo mal de Alzheimer
Em maio de 1991 Shamir fez sua última aparição internacional na conferência de Madri, com a qual tiveram início as negociações de paz no Oriente Médio.
Ele sempre acreditou que o Estado judaico deveria se estender do mar Mediterrâneo até o rio Jordão.
Netnayhau, lamentou a morte de Shamir e declarou que o ex-primeiro ministro "conduziu Israel com uma profunda lealdade à nação".
Michel Lipchitz - 29.abr.1987/Associated Press
Ex-primeiro-ministro israelense Yitzhak Shamir em discurso após visita oficial à França, em 1987
Ex-primeiro-ministro israelense Yitzhak Shamir em discurso após visita oficial à França, em 1987

O FAZENDEIRO E O LIMPINHO...

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Impossível ler a manchete do quadrinho acima, e não dar um sorriso daqueles, de soslaio. A escolha dos candidatos a vice nas chapas para o Executivo virou uma piada tosca e mórbida.

Qual o critério? Nenhum que sonde a ideologia ou a capacidade de pensar politicamente de forma correta. Bem do povo? Que nada.

Bem, o Rubens Bueno da manchete, "aprovado" por Roberto Freire*, é uma coisa insossa. Ele é o eterno terceiro colocado quando se trata de candidatura a algo que valha a pena. E isso porque historicamente, ele não fedeu nem cheirou. Bueno se auto entitulou como fazedor de uma política "limpa". Seu lema era o "vote limpo". Mas a verdade é que só tem voto de uma parcela pseudo intelectual dos eleitores. Aqueles que não querem ir para a esquerda nem para a direita, muito pelo contrário. Afinal, sabemos, é chique ser limpo. No caso, um limpo mesmo, vazio, sem conteúdo.

Um profundo conhecedor de política me disse em anos passados que sobrevivem os que pregam o voto limpo, somente enquanto eles mesmos não preocupam e não incomodam ninguém. Me falou (na época das eleições presidenciais de 2006) que a tagarela Heloisa Helena só não era desmascarada porque ela era uma ruidosa útil. Passava por santa já que ninguém gastaria bala nova em defunto morto. Se ela realmente oferecesse perigo, trariam à tona suas vergonhas. Assim, seguiu ela, bem como a Marina Silva mais tarde, andando sobre as águas do Jordão e pregando santidade plena.

A partir daquele momento eu comecei a desconfirar muito dos políticos "limpinhos". O Demóstenes veio para dizer que não estamos mentindo.

O Bueno de Curitiba, que será o vice do atual Prefeito, candidato em quem seu partido cansou de descer o cacete, me parece mais do mesmo. Se foi de caso pensado que sua filha fez um auê em torno dela mesma como algoz do tucano Derosso (que seria o vice de Ducci), vereador acusado de roubalheiras mil, não se sabe. Seria esperar uma brilhanteza na política que não se acha fácil por aqui. Xadrez costuma ser jogo cerebrino, não acessível a qualquer um da política. De todo modo, Derosso foi sacado à força do cargo ungido de candidato "natural" a vice-Prefeito, para ser jogado à vexação pública (mais do que merecida). A vaga ficou "limpa", esperando quem contribuisse mais com a campanha.

Já sobre o atual Prefeito e candidato à reeleição receber o apoio incondicional do PSDB (coisa tão alardeada até há pouco), parece que está se confirmando que realmente, o Governador Beto Richa não tinha intenção firme de dar o suporte necessário a Luciano Ducci,  Antes o PSDB tinha o posto de vice garantido (primeiro na figura de Derosso). Muito leite foi azedando e dizem, daqui um pouco, que os tucanos sequer estarão a dar sustentação a Ducci. Se ele ganhar (coisa meio que impossível), voltam a bajulá-lo. Se perder (bem provável), dão um jeito de mostrar ao povo que pularam do barco no momento ideal, sem se comprometerem. Para todos os efeitos, a dívida moral existente entre o Governador tucano e o Prefeito psbista estaria devidamente quitada.

Em outras palavras, pelas alianças costuradas nos últimos dias se consegue enxergar sem sombra de dúvida, que Luciano Ducci foi jogado às hienas famintas. Dificilmente sairá vivo da briga.

Que bom para o povo, que matará dois coelhos com um tiro só. Primeiro, tiram o atual Prefeito do cargo, já que é dono de uma administração bem ordinária. E segundo, vêem quem é o Rubens Bueno do "voto limpo".

* Por favor... quem é Roberto Freire?

PAZ DE DEUS IRMÃO !


CLIPPING

O GLOBO

Manchete: Setor público paga mais do que empresa privada
Em 88% dos empregos onde é possível comparar, funcionalismo ganha melhor

Trabalhadores do setor público ganham mais do que os do setor privado formal em 87,8% das ocupações. Levantamento do GLOBO a partir do Censo 2010 mostra que, em 338 empregos onde foi possível comparar as duas áreas, em 297 o serviço público paga melhor, informam Carolina Benevides e Antônio Gois. Por 40 horas semanais de trabalho, advogados e juristas ganham nos governos 121% a mais do que os empregados em empresas: R$ 10.097 contra R$ 4.578, em média. Professores dos ensinos fundamental, médio e superior recebem mais quando não estão na iniciativa privada. No Rio, de 267 funções comparáveis, em 222 os salários públicos são maiores. Médicos, por exemplo, ganham 8% a mais se trabalharem para o governo. A diferença cresce com a escolaridade do servidor. No momento em que se discutem mudanças no INSS, especialistas ressaltam que, além de salários maiores, o setor público oferece estabilidade. (Págs. 1 e 3)
Geisel armou Pinochet
Brasil enviou ao Chile armas com origem raspada

Para ajudar o general Augusto Pinochet a “manter a ordem interna”, o governo Geisel forneceu ao regime chileno, nos anos 70, milhares de fuzis, cartuchos de munição e carregadores, entre outros tipos de armamento, revelam documentos secretos do Exército, obtidos por Júnia Gama. Para que a ajuda não fosse descoberta, o Estado-Maior das Forças Armadas determinou que a identificação das armas fosse raspada. (Págs. 1 e 5)
O homem que torturou Dilma
Capitão do Exército caiu em desgraça na própria família

Capitão do Exército e chefe de uma equipe de interrogatório da Operação Bandeirantes (Oban), Benoni Albernaz surrou e quebrou um dente da então prisioneira política Dilma Rousseff, revela THIAGO HERDY. Albernaz, que morreu de enfarte em 1992, chegou a ser condecorado pelo governo de São Paulo, mas foi acusado de extorsão, condenado por falsidade ideológica pela Justiça Militar e caiu em desgraça na própria família. (Págs. 1 e 9)
Governo vai dar incentivos à cadeia do etanol
Após subsidiar a gasolina, o governo agora finaliza um pacote para o etanol. Entre as medidas, que devem sair até setembro, a Fazenda estuda retirar PIS e Cofins da distribuição do álcool. Há um ano e meio, não é vantajoso abastecer com o combustível, usado por 35% dos veículos. Em 2009, eram 54%. (Págs. 1 e 35)
No México, PRI a um passo de voltar ao poder
O ex-governador Enrique Peña Nieto, de 45 anos, é favorito para vencer a eleição presidencial de hoje no México, levando de volta ao poder, após um hiato de 12 anos, o PRI (Partido Revolucionário Institucional), que governou o país por 71 anos ininterruptos até ser derrotado em 2000. (Págs. 1 e 42)
CNJ: Brasil tem 150 juizes sob ameaça (Págs. 1 e 4)

Panorama político
A presidente da Petrobras, Graça Foster, decidiu segurar e rever todos os contratos de patrocínio concedidos pela empresa. (Págs. 1 e 2)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Droga no Brasil é ‘batizada’ com anestésico e vermífugo
Análise laboratorial da PF revela que 54% da cocaína que entra no país tem origem na Bolívia

A Polícia Federal desvendou o “DNA” das drogas que entram no Brasil. Após sete anos de pesquisas, peritos descobriram que traficantes misturam à cocaína e ao crack antitérmicos, cafeína, anestésicos e até vermífugos, relata Fernando Mello.

Em alguns casos, a mesma amostra contém mais de um adulterante. Esses produtos adicionados à droga aumentam os riscos à saúde do usuário. Ao diminuir a parcela da droga pura, o traficante eleva o seu lucro. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Edemar ergueu sua casa com verba de banco, diz auditoria
Papéis entregues pela massa falida do Banco Santos à Justiça mostram que o ex-controlador da instituição Edemar Cid Ferreira desviou recursos para construir sua casa e comprar obras de arte, revela Julio Wiziack.

Edemar nega e diz que não há provas. (Págs. 1 e Mercado B1)
Eleição no México deve reconduzir hoje PRI ao poder
Pesquisas indicam que os mexicanos tendem a reconduzir hoje ao poder o PRI (Partido Revolucionário Institucional), que governou o país por sete décadas, relata Sylvia Colombo. O favorito é o candidato Enrique Peña Nieto. Atrás vem o esquerdista Andrés Manuel López Obrador. (Págs. 1 e Mundo A16)
Carlos Heitor Cony
O dia em que Castelo Branco me xingou: fdp!

Vinha eu caminhando da praia distraído quando ouvi a freada de um carro. Vi o motorista, irritado, gritar em minha direção: “Filho da puta”. Era o ex-presidente Castelo Branco. (Págs. 1 e Opinião A4)
Poder: Justiça proíbe operadoras de telefonia de venderem celulares bloqueados (Págs. 1 e A9)

Editoriais
Leia “Más notícias”, sobre a entrada da Venezuela no Mercosul, e “México ressuscita o PRI”, acerca das eleições presidenciais de hoje no país. (Págs. 1 e Opinião A4)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Vereadores de SP burlam painel para votar e ter presença
Reportagem do ‘Estado’ flagra manobra feita por ao menos 17 parlamentares

Vereadores de São Paulo estão fraudando o painel eletrônico da Câmara para garantir votos e presença quando estão fora do plenário, informam Adriana Ferraz, Diego Zanchetta, J. F. Diorio e Juliana Deodoro. Nas últimas três semanas, o Estado flagrou pelo menos 17 dos 55 parlamentares praticando a irregularidade, ao longo de 20 sessões. Funcionários da mesa da presidência utilizam um terminal de uso exclusivo dos parlamentares para marcar o nome dos envolvidos e evitar descontos na folha de pagamento - cada falta custa R$ 465. Imagens feitas pela reportagem mostram que a maioria dos vereadores não registra a presença pessoalmente. Basta a sessão começar para os nomes aparecerem no painel, mesmo com as cadeiras vazias. (Págs. 1 e Metrópole C1 e C3 a C5)

Parlamentares negam irregularidade

Vereadores cuja senha foi usada por Zé Careca e outros assessores dizem que eles apenas digitavam sua presença, sem participar de votações. Outros afirmam desconhecer a fraude. (Págs. 1 e Metrópole C5)
Eleições 2012: Desafio São Paulo
Os caminhos do paulistano

O Estado começa a publicar hoje uma série de cadernos especiais sobre a eleição à Prefeitura de São Paulo. Na primeira edição, os paulistanos falam dos principais desafios que enfrentam em seu cotidiano para viver na cidade - da família que mora num templo evangélico à mãe que enfrenta 40 km de ônibus todos os dias para conseguir pegar a filha antes que a creche feche. Os candidatos explicam o que pretendem fazer para tentar resolver esses dramas paulistanos. (Págs. 1 e Caderno Especial)
México vota hoje e pode recolocar o PRI no poder após 12 anos
O Partido Revolucionário Institucional pode voltar hoje ao poder ao qual se apegou por 71 anos, de 1929 a 2000, no México. Favorito, o candidato Enrique Peña Nieto quer se beneficiar da ofensiva do presidente Felipe Calderón contra o narcotráfico, relata Rodrigo Cavalheiro, enviado especial. (Págs. 1 e Internacional A10)
Na curva do rio: Índios temem maldição da hidrelétrica
Nas margens do rio onde está sendo feita a Hidrelétrica de Teles Pires, entre Pará e Mato Grosso, vivem povos indígenas que consideram a região sagrada, que não pode ser mexida. “Se for destruído, coisas ruins vão acontecer”, disse o cacique João Mairavi Caiabi à enviada especial Renée Pereira. (Págs. 1 e Economia B6 e B7)
Brasiguaios festejam o ‘nosso Franco’
Federico Franco é o “nosso homem” em Assunção - é assim que pensam os grandes fazendeiros brasileiros assentados há décadas no Paraguai, que tratam o sucessor de Fernando Lugo na presidência paraguaia de “o nosso Franco”, relata o enviado especial Roberto Simon. O gaúcho Francisco Mesomo resumiu: “O Paraguai fez a coisa certa: tirou Lugo e evitou a revolução”. (Págs. 1 e Internacional A14)
Estagnada, Petrobras cria plano de emergência (Págs. 1 e Economia B1)

Governo vai retomar mutirão de cirurgias (Págs. 1 e Vida A19)

D. Cemoglu e J. Robinson
Por que países se desintegram

Estados implodem porque destroem incentivos, desencorajam a inovação e solapam o talento dos cidadãos ao criar um campo de jogo desigual. (Págs. 1 e Visão Global A16)
Fernando Henrique
As classes médias na berlinda

É hora de reforçar, e não de menosprezar, os valores fundamentais ditos “de classe média” - estudo, trabalho, honestidade. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
Cabos eleitorais bem pagos

Parlamentares não são exemplos de austeridade no trato de recursos governamentais. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Droga de luxo invade Brasília
Cocaína pura chega a ser vendida nas regiões nobres da cidade por R$ 100 mil o quilo. De olho no público jovem e rico, cartéis colombianos investem pesado nas remessas da droga para o Distrito Federal. As apreensões pela polícia cresceram 78% este ano. De acordo com a PF, três em cada 10 traficantes detidos por comercializar o entorpecente, principalmente em luxuosas festas, são da classe média, têm curso superior e moram em áreas valorizadas. Já nas Forças Armadas, a preocupação é com o avanço do crack e de outras drogas nas tropas. (Págs. 1, 12 e 25 a 27)
Real: 18 anos - O dia em que a inflação perdeu para o Brasil
O país comemora hoje quase duas décadas de estabilidade econômica graças ao Plano Real. Contas públicas nos eixos, crescimento em alta e otimismo também, como o de Alexanra Carolina, nascida no dia em que o plano foi instituído, em 1º de julho de 1994. "As coisas melhoraram muito aqui em casa", constata. (Págs. 1, 14 a 17 e Visão do Correio, 18)
Transparência: Aposentados são os próximos
Governo federal estuda divulgar os vencimentos dos 552 mil servidores inativos, que recebem um total de R$ 70,7 bilhões. No DF, o governador Agnelo Queiroz disse que vai acatar a liminar da Justiça e retirar da internet os salários do funcionalismo. Mas o GDF vai recorrer. (Págs. 1, 8 e 31)
Comércio: Dor de cabeça para Dilma
Mendoza (Argentina) - Presidente assume o comando do Merocsul em meio a uma série de problemas, entre eles a crise paraguaia, o ingresso da Venezuela e até o caos europeu. (Págs. 1 e 20)
Caixa de Pandora: defesa quer anular provas
Os advogados do ex-governador Arruda desqualificaram a denúncia contra ele, sob alegação de que a PGR não poderia ter continuado as investigações após a PF concluir a apuração do esquema de desvio de recursos públicos iniciado no governo Roriz. (Págs. 1 e 28)
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Estado de Minas

Manchete: Filhos do Real
Há 18 anos entrou em circulação a moeda que estabilizou a economia. Jovens com a mesma idade sentem alívio por não viver o martírio da inflação que infernizou a vida de seus pais

Congelamento de preços, confisco de poupança e outras medidas tomadas pelo Planalto para conter a onda inflacionária que tirava o sono dos brasileiros nos anos 1980 e início da década de 1990 não deram resultados. A solução veio com o lançamento, em 1º de julho de 1994, no governo Itamar Franco, do Plano Real. Em série de reportagens que começa a publicar hoje, o EM mostra a aflição do país antes da medida e a esperança de quem nasceu no mesmo mês e ano, como a estudante Juliana Mara Silva Correia, e os desafios à frente da moeda. (Págs. 1, 17 a 19 e o Editorial “Maioridade do Real”, 6)
Eleições em BH: PT lança Roberto Carvalho
O Partido dos Trabalhadores decidiu sair com candidatura própria à prefeitura e aclamou o atual vice para enfrentar Marcio Lacerda (PSB), que, com o fim da aliança com petistas, volta a ficar sem companheiro de chapa. (Págs. 1, 3 e 4)
Migração de estudantes nas asas do Enem e Sisu (Págs. 1, 25 e 26)

Tereza Cruvinel: PIB preocupa Dilma mais que as eleições (Págs. 1 e 4)

O fim da república de Copacabana
A Princesinha do Mar foi, nos anos 1960, base de conchavos de políticos mineiros. Lá, selaram acordos, desacordos e tomaram decisões que mudaram os rumos da política de Minas e do Brasil. O Rio, mesmo depois de perder o título de capital do Brasil, continuou, por bom tempo, sendo o centro de decisões para personagens como JK e Tancredo Neves. (Págs. 1, 8 e 9)
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Jornal do Commercio

Manchete: Sobram planos de saúde e falta vaga nos hospitais
Histórias de carências na rede pública são frequentes agora na particular. Venda de seguros está acelerada nas classes C e D, sem que o atendimento siga este crescimento. Em dez anos, número de usuários de planos cresceu 80% na RMR. (Págs. 1 e Economia, 1 a 3)
Lei é ignorada nos mercados do Recife (Págs. 1 e Economia, 4 e 5)

Crime, castigo e perdão no caso Portinari (Págs. 1 e Cidades 4 e 5)

Paraguai divide opiniões entre especialistas (Págs. 1, 19, 20 e 21)

Pioneirismo do Recife em Copas (Págs. 1 e Esportes, 4 e 5)

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Veja

Manchete: A conquista da mente
A tecnologia do iBrain vai fazer o gênio Stephen Hawking comunicar-se usando ondas cerebrais e abrirá caminho para a prevenção de doenças mentais e a cura da insônia. (Pág. 1)
Avenida Brasil
João Manuel Carneiro, autor da novela, diz que a elite tradicional perdeu o charme. (Pág. 1)
Delta
Empresas-fantasma receberam 93 milhões de reais da empreiteira. (Pág. 1)
Paraguai
A vergonhosa tentativa de Chávez de insuflar um golpe militar no país vizinho. (Pág. 1)
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Época

Manchete: O triunfo dos gordinhos
Pode esquecer as classes A, B, C, D ou E. Quem mais tem conquistado espaço no Brasil é a classe GG – na moda, no consumo, na cultura pop... (Pág. 1)
Cultura
“Tuitar é perda de tempo”, diz o escritor Jonathan Franzen, grande atração da Flip. (Pág. 1)
Política
“Temos provas do mensalão”, afirma o deputado que investigou o esquema petista. (Pág. 1)
Colunistas
Walcyr Carrasco e os gurus que querem sexo, poder e dinheiro.
Bruno Astuto e a fuga dos ricos da França; e a
Casa de R$ 4 milhões de Fernando Collor. (Pág. 1)
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ISTOÉ

Manchete: Saúde – Você tem mais direitos do que imagina
A Justiça estabelece regras que ajudam os pacientes. Saiba tudo o que o consumidor pode exigir dos convênios médicos, dos hospitais e do governo. (Pág. 1)
Paraguai: A barbeiragem da diplomacia brasileira (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Carlyle quer brincar
Fundo americano une as duas maiores redes de brinquedos do País - Ri Happy e PB Kids - e cria um gigante da diversão de R$ 1 bilhão. Saiba quais são os planos do executivo Héctor Núnez para avançar ainda mais nessa seara. (Pág. 1)
Claro perde o sinal
Operadora cai no ranking e vira campeã de reclamações. (Pág. 1)
Paulo Leme conta tudo
Chairman do Goldman Sachs explica o otimismo com o país. (Pág. 1)
Especial franquias
Negócios rumam para o interior e o exterior. E o seu? (Pág. 1)
Eike Batista reage ao mercado (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: Em cena, o neogolpismo
No Paraguai não foi preciso recorrer aos militares contra Fernando Lugo.

Samuel Pinheiro Guimarães: “Tentam o mesmo na Venezuela, no Equador e na Bolívia”

Pedro Serrano: no vizinho é mais difícil levar uma multa de trânsito do que derrubar um presidente. (Pág. 1)
Emilio Botín: O Santander reforça a aposta no Brasil (Pág.1)

Meio ambiente: Um balanço crítico da Rio+20 (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Sul do país tem pior sistema de perícias do INSS
Mais da metade dos atrasos superiores a 45 dias está na região. Porto Alegre é um dos casos mais críticos. (Págs. 1 e 28)
Renda e dignidade: No RS, um terço dos presos trabalha
A chamada laborterapia garante salário, reduz pena e reabilita o detento. (Págs. 1, 36 e 37)
Leia antes de votar: Um guia para você achar seu candidato
Das propostas ao currículo, o que avaliar nos políticos que querem se eleger. (Págs. 1, 8 e 9)

MANCHETES DO DOMINGO

domingo, 1 de julho

Manchetes dos Jornais

NACIONAIS

A Tarde
Empresários baianos são presos pela Polícia Federal de São Paulo

Correio da Bahia
Criança e dois homens morrem em tiroteio na estrada

Tribuna da Bahia
Funcionário morre eletrocutado na garagem da empresa

O Globo
Setor público paga mais que empresas privadas em 88% dos empregos no país

Folha de São Paulo
Vereadores de São Paulo fraudam presença em sessões

O Estado de São Paulo
Paraguai rejeita suspensão de Unasul e 'avaliará sua continuidade' no bloco

Correio Braziliense
Consumidor pode pagar mais caro por diesel

Estado de Minas
Aécio declara apoio a candidatos do PSDB na Região Metropolitana de BH

Jornal do Commercio
Jovem que roubou quadro de Portinari volta ao museu, em Olinda, para pedir desculpas

Zero Hora
Trabalhador gaúcho chega a esperar 120 dias por exame de perícia no INSS

INTERNACIONAIS

The New York Times
Pesquisadores veem queda na taxa de abuso sexual de menores nos EUA

El País
Milhares de mulheres vem sendo atacadas anualmente com substâncias corrosivas

Le Monde
No norte do Mali, a rebelião tuaregue se desestabiliza diante do ataque dos jihadistas

Der Spiegel
Agência de inteligência está sob ataque por destruir arquivos na Alemanha

Herald TribuneFavoritismo do PRI nas eleições mexicanas: será que a amnésia tomou conta do país?

ESPORTIVOS

Placar
De virada, Vasco bate a Ponte Preta e assume a ponta

Lance
São Paulo abafa crise e tira invencibilidade do Cruzeiro

Gazeta Esportiva
Seedorf é do Botafogo! O sonho virou realidade

Marca
Felipão poupa cinco titulares para jogo contra Figueirense