quarta-feira, 8 de agosto de 2012

CLIPPING

Brasil Econômico

Manchete: Dilma dá ordem para destravar o Ministério dos Transportes
Diante da paralisia nos investimentos, ministra do Planejamento, Miriam Belchior, acerta com seu colega Paulo Sérgio Passos as novas concessões de rodovias e ferrovias. O objetivo é azeitar a máquina federal, emperrada desde o ano passado. (Págs. 1 e 8)
Russomanno: “Não sou um cavalo paraguaio”
Candidato do PRB diz que sempre recebeu votações expressivas e vai surpreender quem aposta que ele vai parar na reta final. (Págs. 1 e 4)
Seca nos EUA traz recorde na venda de etanol
Exportações do combustível em julho superaram 1 bilhão de litros, no melhor resultado desde 2009. Retomada de preços internacionais também contribuiu. (Págs. 1 e 12)
Fundos de ações voltam a seduzir investidores
De janeiro a julho, foram aplicados R$ 2,4 bilhões nesses ativos de maior risco, enquanto durante todo o ano de 2011 investimentos somaram R$ 3 bilhões. (Págs. 1 e 30)
Recessão italiana se agrava e afeta governo Monti
PIB do país recua 0,7% no segundo trimestre e completa um ano seguido de queda, prejudicando os planos do primeiro-ministro para enfrentar a crise. (Págs. 1 e 36)
GM sai de uma crise e pode entrar em outra
Metalúrgicos de São José dos Campos aceitaram acordo para evitar demissões, mas sindicatos temem que cortes se desloquem para outras unidades. (Págs. 1 e 20)
Santander e BNDES barram plano da Busscar
Assembleia de credores é adiada mais uma vez porque os dois bancos não aceitaram a proposta da fabricante de carrocerias para pagar dívida de R$ 1,4 bi. (Págs. 1 e 21)
------------------------------------------------------------------------------------

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O QUE HOUVE EM HIROSHIMA NÃO PODE JAMAIS SER ESQUECIDO - EUA, ARROGANTE E ASSASSINO!

67 anos pós-Hiroshima, ameaça nuclear ainda paira sobre o mundo

Por Joana Rozowykwiat  – 06/08/12
Há 67 anos, na manhã do dia 6 de agosto de 1945, o mundo assombrava-se ao conhecer o poder arrasador de um bomba atômica. A cidade de Hiroshima, no Japão, era alvo da primeira agressão nuclear da história. O ataque partiu dos Estados Unidos e matou cerca de 140 mil pessoas. Tanto tempo depois, o responsável por aquele momento de horror não foi punido e a ameaça nuclear ainda paira sobre a humanidade.
“O que houve em Hiroshima não pode jamais ser esquecido. Foi um crime contra a humanidade, que deixou uma cidade inteira destruída. As pessoas foram derretidas, outras, sentem efeitos da radiação até hoje. E os Estados Unidos nunca foram punidos por esse crime”, critica a presidenta do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes.
Ela destaca que os EUA continuam com o controle sobre um arsenal atômico e se recusam a renunciar à possibilidade de lançar outra bomba. O CMP denuncia que os países detentores de armas atômicas as utilizam para chantagear povos e nações. Por outro lado, buscam impedir que outros estados desenvolvam a tecnologia nuclear com fins pacíficos, concentrando, assim, o conhecimento e o lucro vindo desta atividade.
“Eles tentam impedir, de forma hipócrita, que outros países usem esta tecnologia para fins pacíficos, como na medicina ou na produção de energia elétrica. Querem ter lucro com essa indústria nuclear pacífica. É uma tecnologia de ponta, que desejam dominar sozinhos. Por isso usam o discurso da ameaça de bomba atômica em nações onde isso não existe, como no caso do Irã”, diz Socorro.
Para o CMP, a eliminação das armas nucleares é uma prioridade. Tanto que, em assembleia geral realizada no mês passado no Nepal, o Conselho decidiu dar novo impulso à campanha pelo desarmamento, uma bandeira antiga mas ainda atual. “Na década de 50 ainda, o movimento mundial pela paz lançou o ‘Apelo de Estocolmo’, que dizia que deveria ser proibido o uso e a fabricação de armas nucleares. Usar a bomba seria então considerado crime contra a humanidade. A iniciativa recolheu 600 milhões de assinaturas, o que demonstra a grande vontade no mundo de eliminar tais armas”, conta Socorro.
“O único país que já usou uma bomba nuclear foram os Estados Unidos. De lá para cá, a luta dos povos tem ajudado o combate a esse tipo de armamento. Foram criados protocolos, há hoje a agência internacional de energia atômica. Mas a questão não pode ser apenas barrar a proliferação das armas atômicas, é preciso acabar com aquelas que já existem”, defende.
Segundo ela, esse propósito ainda não foi alcançado por causa de uma “política de terror e guerra” utilizada pelas potências mundiais. “Há um sistema de governança que é imperialista, em que as potências buscam impor o seu poder através do medo. Os Estados Unidos não buscam dialogar, mas uma forma de dominar povos e nações. Para isso, utilizam armas cada vez mais sofisticadas, como drones, escudos antimísseis, armas cibernéticas. Não estão pensando em se desarmar”, lamenta.
A ativista ainda destaca a solidariedade do movimento pela paz com a dor dos japoneses. “É um sofrimento que inclusive não acabou. Por isso fazemos um chamado a todos os defensores da paz para que continuem lutando contra todas as armas de destruição em massa”, concluiu.

História

Hiroshima, 6 de agosto de 1945 / Foto: Museu Memorial da Paz/Efe
Naquela segunda-feira de agosto de 1945, muitas pessoas morreram instantaneamente. Outras seriam afetadas pela radiação, que provocou alterações sanguíneas, perturbou as funções da medula óssea e afetou órgãos internos, como fígado e pulmões, ao longo dos anos.
Ruas, residências, escolas e hospitais – quase uma cidade inteira – desapareceram do mapa. Antes da bomba, havia cerca de 90 mil construções em Hiroshima; somente 28 mil permaneceram de pé após o ataque.
Três dias depois, em 9 de agosto de 1945, outra bomba atômica era lançada sobre o Japão, desta vez na cidade de Nagasaki. Outras 80 mil pessoas foram pulverizadas naquele momento.
As explosões foram ordenadas pelo então presidente norte-americano Harry S. Truman, supostamente para pôr fim à Segunda Guerra Mundial, que estava em curso desde 1939. Ele havia sido alertado das consequências pelos cientistas, mesmo assim decidiu pelo bombardeio.
O fato é que a guerra no Pacífico já vivia seus momentos derradeiros e, um mês antes dos ataques, o Japão já planejava a rendição. O país estava cercado e destruído. Apesar do discurso construído de que as bombas apressaram o fim do conflito, o preço pago foi considerado alto demais e desnecessário.
“Naquela altura, o Japão já estava praticamente derrotado, a guerra estava decidida. A bomba serviu, na verdade, como uma demonstração de força dos Estados Unidos, para marcar o que seria o pós-guerra. Era uma exibição da hegemonia norte-americana no mundo”, ressalta Ricardo Alemão Abreu, secretário de Relações Internacionais do PCdoB.
Alemão reitera as denúncias do CMP. “O que houve desde então foi o controle da tecnologia nuclear por alguns, que tentam evitar que outros países tenham acesso a esse conhecimento. As armas proliferaram entre aqueles países que eram de interesse das potências, como é o caso de Israel. Foi algo como ‘podem ter armas nucleares os amigos, não os inimigos’. E estas armas têm sido usadas como instrumento de opressão e para reafirmar o poderio norte-americano”, afirma.
Após o desastre, Hiroshima construiu museus e memoriais para honrar as vítimas. O local do epicentro da explosão abriga hoje o Parque Memorial da Paz, idealizado pelo renomado arquiteto japonês Kenzo Tange. O local tornou-se patrimônio mundial da Unesco, em 1996. Nesta segunda, aquela tragédia sem precedentes na história da humanidade está sendo lembrada no Japão, à sombra do acidente nuclear de Fukushima, no ano passado.
As várias manifestações que acontecem no país para lembrar a boma atômica têm como pano de fundo a crescente contestação à energia nuclear. Cerca de 50 mil pessoas participaram na cerimônia oficial e milhares de outras espalharam-se por numerosos atos, concertos e palestras organizados em Hiroshima.
As atividades reuniram sobreviventes de Hiroshima, hoje com mais de 70 anos, e habitantes do entorno da central nuclear de Fukushima, que foi evacuada depois do desastre de 11 de março de 2011.
A maioria dos sobrevientes da bomba, conhecidos pelo nome de hibakusha, também opõe-se firmemente a toda e qualquer utilização da energia atômica. “Queremos trabalhar com as pessoas de Fukushima. Juntar as nossas vozes para que o nuclear nunca mais faça vítimas”, disse Toshiyuki Mimaki, aos 70 anos – um sobrevivente do horror.
Da Redação, com agências.

ARTIGO MAURO SANTAYANA - AS ESTATAIS NECESSÁRIAS

AS ESTATAIS NECESSÁRIAS


(HD) - As empresas estatais são necessárias, em qualquer país do mundo, para o processo de desenvolvimento econômico e social da população e a conquista e defesa de soberania e independência com relação às outras nações.
Nos Estados Unidos, que são citados como paradigma da livre iniciativa, o Exército, com 75 usinas, é o maior operador de hidrelétricas do país e a AMTRAK, a gigantesca empresa ferroviária nacional, subsidiada pelo governo - o que ninguém estranha - oferece um dos melhores serviços de transporte de passageiros do mundo.
Na China, com quase 4 trilhões de dólares em reservas internacionais, pouquíssimas empresas não têm participação majoritária do estado ou até mesmo do Partido Comunista Chinês. Elas competem entre si, dentro e fora do país, até mesmo na compra de empresas estrangeiras, principalmente da Europa, da América Latina e dos Estados Unidos.
No Brasil, também já tivemos grandes estatais, que foram essenciais para o desenvolvimento da siderurgia, da energia, do transporte, das telecomunicações, nos governos de Getúlio Vargas, de Juscelino e durante o regime militar. O problema das estatais não é o fato de pertencerem ao Estado, mas quem se coloca à frente delas. Como diz o economista Delfim Netto, não há diferença essencial entre empresa pública ou empresa privada, mas, sim, entre empresa bem administrada e mal administrada.
Infelizmente, muitas delas foram esquartejadas, desnacionalizadas e vendidas a preço de banana nos anos 1990, para empresas internacionais. Por ironia, muitas das compradoras eram estatais estrangeiras, ou tinham participação de governos estrangeiros, até mesmo de países menos desenvolvidos do que o nosso, que tinham acesso a dinheiro barato e subsidiado, e estão quebrando agora, como é o caso da Espanha.
Entre os argumentos para privatização, estava o de que o preço dos serviços ia cair e que ia se acabar com os cabides de empregos. E o que aconteceu? Pagamos, em telecomunicações, por exemplo, algumas das tarifas mais altas do mundo. Os serviços são tão “bons”, que empresas estiveram proibidas de comercializá-los até que melhorassem o funcionamento de suas redes. Seus lucros servem para pagar ao genro do Rei da Espanha, um jogador de handebol envolvido com a corrupção, mais de um milhão de euros por ano para participar de algumas reuniões como conselheiro da Telefónica (Vivo) para a América Latina.
A administração das estatais deve ser conduzida por critérios técnicos e sempre subordinada politicamente ao interesse nacional maior.
Escândalos como o da VALEC, com o prejuízo de mais de 400 milhões de reais, desgastam o Estado diante da opinião pública, o que só favorece aos estrangeiros que querem dominar a nossa economia.

QUEM SÃO OS TERRORISTAS ? HÁ 67 ANOS, AMERICANOS ASSASSINARAM 200 MIL PESSOAS SEM PIEDADE !

Internacional

Japão lembra vítimas da bomba atômica lançada sobre Hiroshima há 67 anos 

Agência Brasil

IGNORÂNCIA, VIOLÊNCIA E DROGAS - A ALMA DA SOCIEDADE AMERICANA !

Mortos por usar turbante: o massacre dos sikhs ontem nos Estados Unidos

Paulo Nogueira 6 de agosto de 2012 4
Sob o impacto do massacre: o choro do sobrevivente

Quando a ignorância se encontra com a violência, o resultado é sempre trágico.
Foi o que aconteceu ontem, no estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Um homem armado entrou num templo sikh dando tiros. Matou seis pessoas e feriu três. Entre os feridos está um dos dois policiais que correram ao local depois de receber um chamado de emergência pelo telefone. O outro policial matou o atirador, identificado como Michael Page, 40 anos, veterano de guerra.
O assassino confundiu sikhs com islâmicos. O 11 de Setembro tatuado em seu corpo não deixou dúvida: foi um crime de ódio. Ele estava enxergando bins Ladens nos fiéis reunidos na gurdwara – o templo sikh.
Os sikhs (síques é a pronúncia) pertencem a uma religião que prega a paz e a moderação há mais de 500 anos. Ela surgiu na Índia como uma variação do hinduísmo, do qual se distingue por não ter castas.
Os sikhs têm sido confundidos com os islâmicos, nos Estados Unidos, porque usam turbantes e têm as barbas longas e a pele escura. A vítima do primeiro crime de ódio nos Estados Unidos no rastro do 11 de Setembro – menos de uma semana depois – foi um sikh.
De lá para cá, centenas de outros crimes contra sikhs foram cometidos. Membros da comunidade calculam em 700 os atentados.
O de ontem foi o pior, mas não é um fato isolado. Líderes sikhs têm tentado informar melhor os americanos sobre quem são e no que acreditam.
Não é fácil. Um vídeo no Youtube mostra estudantes de uma faculdade submetidos a um pequeno teste. São mostradas algumas fotografias de sikhs para os alunos. A primeira pergunta: o que vem à sua cabeça ao ver essas imagens? A resposta mais comum: terrorismo. Nenhum dos universitários tinha a menor idéia do que sejam os sikhs.
Mais uma vez, surge o debate em torno da facilidade com que armas são compradas nos Estados Unidos. É um problema, mas não o maior. Pior que tudo, para voltar à primeira linha deste texto, é a mistura de ignorância e violência tão arraigada na sociedade americana. Uma cultura tão voltada para a guerra como a dos Estados Unidos das últimas décadas uma hora começa a produzir Rambos em série – que acharão vítimas em sessões de Batman ou em templos religiosos

ATOR AMERICANO SEAN PENN FOI A VENEZUELA DECLARAR SEU APOIO A HUGO CHÁVEZ

Sean Penn acompanha Hugo Chávez em ato eleitoral na Venezuela

O ator americano Sean Penn acompanhou neste domingo um ato eleitoral do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em um caminhão que percorreu várias ruas da cidade venezuelana de Valencia. Penn estava ao lado do candidato à reeleição, que enviou uma saudação "ao povo dos Estados Unidos".

"Aí está, de visita à Venezuela e quis vir conosco hoje um americano muito conhecido por nós, ator cinematográfico, Sean Penn está aqui conosco", disse Chávez durante seu discurso. "Vamos lhe dar aplausos de boas-vindas", acrescentou o chefe de Estado, que pouco antes tinha afirmado que "nem todo norte-americano é ruim".

"Cumprimentamos o povo dos Estados Unidos, é um povo irmão, um povo americano, somos todos americanos, eles do norte, e nós do sul. Viva o continente americano", discursou Chávez.



Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

COMANDANTE PRESIDENTE HUGO CHÁVEZ, O BRASIL ESTÁ CONTIGO !

NÃO HÁ VERDADE QUE SE ESCONDA PARA SEMPRE

Não há verdade que se esconda para sempre

No dia 11 de junho de 2012, uns meninos que brincavam num terreno do subúrbio de San Fernando, vizinho a Buenos Aires, acharam três tonéis. Estavam cheios de cimento. Os meninos viram ossos misturados ao cimento. Ossos humanos. A polícia descobriu que nos outros dois tonéis também havia cimento e ossadas humanas. Depois das análises dos médicos legistas, confirmou-se que uma das ossadas pertencia a um cubano sequestrado e morto 36 anos antes, durante a ditadura encabeçada pelo general Jorge Videla. O artigo é de Eric Nepomuceno.

Nossos países, uns mais, outros ainda nem tanto, comprovam que não há verdade que alguém possa esconder para sempre. Que não há silêncio absoluto para a memória: alguma hora, alguma vez, ela se fará ouvir, fará soar o que quiseram calar.

É um processo que toca fundo muitas fibras tensas – inclusive as da dor, da humilhação, do esquecimento. E são essas as cicatrizes que poderão impedir novas feridas, novas sangrias. Querer calar o que aconteceu, pretender negar a memória e adormecer a justiça, é anular o presente. Represar essas águas é inútil: elas saberão retomar seu fluxo. Também delas é feito o presente, e são elas que conduzirão ao futuro.

No dia 11 de junho de 2012, uns meninos que brincavam num terreno do subúrbio de San Fernando, vizinho a Buenos Aires, acharam três estranhos tonéis. Estavam cheios de cimento. Um dos tonéis havia tombado, e no tombo, o cimento havia se quebrado. Os meninos viram ossos misturados ao cimento. Ossos humanos. A polícia logo descobriu que nos outros dois tonéis também havia cimento e ossadas humanas. Depois das análises dos médicos legistas, confirmou-se que uma das ossadas pertencia a um cubano sequestrado e morto 36 anos antes, durante a ditadura encabeçada pelo general Jorge Rafael Videla. Desde aquele tempo, seu paradeiro era mistério absoluto.

No dia nove de agosto de 1976 Crescencio Nicomedes Galañena Hernández e Jesús Cejas Arias saíram da embaixada cubana em Buenos Aires, no bairro de Belgrano, onde trabalhavam na parte administrativa. Oito dias depois, a agência norte-americana de notícias Associated Press recebeu um envelope, despachado pelo correio em Buenos Aires mesmo, com as credenciais dos dois e um bilhete que dizia o seguinte: “Nós, Jesús Cejas Arias e Crescencio Galañena, ambos cubanos, nos dirigimos aos senhores para através desta comunicar que desertamos da embaixada para usufruir da liberdade do mundo ocidental”. A nota não estava assinada. O ministério argentino de Relações Exteriores confirmou a autenticidade das credenciais. E a ditadura que sufocava o país não precisou explicar o sumiço dos cubanos: haviam desertado e ponto final.

Ao longo do tempo e dos processos judiciais que buscam restabelecer a verdade, resgatar a memória e aplicar a justiça na Argentina, comprovou-se que eles haviam sido sequestrados e levados para a Automotores Orletti, um dos campos de concentração clandestinos da ditadura. Documentos norte-americanos indicaram que o agente da CIA Michael Towley e o cubano Guillermo Novo viajaram dos Estados Unidos até Buenos Aires para interrogar os dois.

A maior parte dessa história já havia sido reconstruída, e os responsáveis pelas barbaridades cometidas na Automotores Orletti foram julgados e condenados. O uso de tonéis de combustível recheados de cimento para esconder ossadas humanas era conhecido. Aliás, foi assim, num tonel, que Juan Gelman, o maior poeta vivo da América Hispânica, encontrou em 1989 o que restou de seu filho Marcelo. Agora, com os três tonéis achados pelos meninos que brincavam num terreno baldio de um subúrbio de Buenos Aires ficou claro que pode haver muitos outros espalhados ao deus-dará. A polícia investiga para saber se esses três tonéis sempre estiveram no mesmo baldio, ou se foram levados para lá em tempos mais recentes.

Ao longo dos últimos nove anos, e da mesma forma que havia acontecido entre 1985 e 1989, não há uma semana sem que os argentinos tropecem com novas histórias de seus tempos mais tenebrosos. Não há uma semana sem que algum sobrevivente conte seu calvário, reconheça alguns de seus algozes, sacuda o passado. Os torturadores e assassinos, os ladrões de bebês e os violadores de mulheres estão sendo julgados, ou seja, estão tendo um direito elementar que negaram às suas vítimas: o direito de defesa. E a memória volta ao seu rumo, a verdade sai do silêncio infame ao qual quiseram que fosse condenada, e a justiça se impõe.

Não há presente sem passado. Não há presente sem memória. Não há futuro sem presente. Assim, dessa simplicidade, é feita a história. É feita a vida.

Também por esses dias, do outro lado da cordilheira dos Andes, os chilenos foram de novo tocados pela voz da memória. Há quem se incomode, e muito, com esse som, e é natural que seja assim.

O líder do partido do presidente Sebastián Piñera na assembleia legislativa, deputado Alberto Cardemil, por exemplo, anda muito aborrecido. É que documentos até agora secretos revelam a vasta rede de informações da ditadura do general Augusto Pinochet. Junto com as atividades da rede, vão sendo revelados nomes de informantes.

Alberto Cardemil era um deles, e dos mais eficientes. Denunciou vários integrantes da Vicaria da Solidariedade, órgão da igreja católica que ajudava as vítimas da ditadura. Era um dos consultores de Pinochet (aliás, foi seu vice-ministro de Interior) sobre os chilenos que podiam e os que não podiam voltar ao Chile, mesmo nos estertores da ditadura. Está lá, com sua letra, o veto ao escritor Ariel Dorfman, classificado de ‘ativista intelectual’ contra o regime. Esse veto traz a mesma assinatura que o deputado Alberto Cardemil estampa nos documentos legislativos, na sua condição de líder do partido da Renovação Nacional, do presidente Sebastián Piñera.

Quantos mais, como o deputado e o presidente, teriam preferido o silêncio dos tempos? No fundo, sabem que nem eles, nem ninguém, consegue esconder a verdade para sempre. E sabem que nós sabemos que esse é o medo dos infames de cada um dos nossos países. Esse é o pesadelo que sacode suas noites: saber que sua impunidade pode acabar. Que alguma hora a voz da verdade e da memória poderá se fazer ouvir, e que então eles, os responsáveis pelo horror e pelo esquecimento, perderão de vez sua pequena e miserável vitória, sua única conquista: a impunidade.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

CLIPPING - TERÇA-FEIRA 07/08/2012

Brasil Econômico

Manchete: Economia com dívida pública é quase o dobro da renúncia fiscal
Queda da taxa básica de juros já permite ao governo poupar R$ 45 bilhões com o serviço da dívida. A quantia equivale ao orçamento do PAC e supera em duas vezes a perda de arrecadação com desonerações e desaquecimento da indústria. (Págs. 1 e 8)
Para Pedro Parente, câmbio continua a ser um enigma
Em entrevista exclusiva ao BRASIL ECONÔMICO, o presidente da Bunge e ex-ministro na gestão de Fernando Henrique Cardoso diz que ”nunca se sabe se o dólar está bom ou ruim. Aprendi isso no governo”. (Págs. 1 e 4)
Investimento de R$ 2,5 bi em risco
Indefinição do governo em relação ao IPI dos importados pode mudar planos de montadoras, prevê André Beer, ex-Anfavea. (Págs. 1 e 22)
Ações que deram dribles na crise
Setor de consumo se destaca entre os que ofereceram os maiores retornos, segundo ranking da corretora Elite. (Págs. 1 e 32)
As empresas já apostam em 2016
Speedo, Olympikus e Coca-Cola investem em jovens promessas do esporte para garantir espaço na Olimpíada do Rio de Janeiro. (Págs. 1 e 14)
Know-how de Munique
Gustavo do Vale, da Infraero, revela que operador alemão dá assessoria a Viracopos. (Págs. 1 e 10)
------------------------------------------------------------------------------------

MANCHETES DESTA TERÇA-FEIRA

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Manchetes dos Jornais


NACIONAIS

O Globo
Réus do mensalão negam compra de voto e alegam que não há provas de corrupção

Folha de São Paulo
Captação da poupança bate recorde para meses de julho

O Estado de São Paulo
Por aparição na TV, candidatos à Prefeitura capricham nas imagens

Correio Braziliense
Operário preso em ferragens é resgatado

Valor Econômico
Clima externo ajuda Bovespa a recuperar os 58 mil pontos

Estado de Minas
Assaltantes são presos depois de fazer duas famílias reféns em Betim

Jornal do Commercio
Policiais civis decidem dar continuidade à paralisação, iniciada há 15 dias

Zero Hora
Policiais civis decidem dar continuidade à paralisação, iniciada há 15 dias

Brasil Econômico
Após prejuízo, Petrobras pode ter mais surpresas à frente

INTERNACIONAIS

The New York Times
Psicólogo que escreveu sobre abuso em reserva indígena é punido nos EUA

El País
Saída de presos para ir a comícios do governo choca a Argentina

Le Monde
Coreia do Norte vive tímida esperança de transformação

Der Spiegel
Rebeldes sírios recebem tratamentos gratuitos em hospitais turcos

Herald Tribune
Sírios deixam de lado rivalidade religiosa por desejo de mudança no governo

ESPORTIVOS

Placar
Bragantino acerta com o volante Gomes, revelação do Corinthians

Lance
Brasil supera a Espanha e tem parada dura pela frente em Londres

Gazeta Esportiva
Liedson será apresentado nesta terça

Marca
Lesões musculares tiram Deco e Nem do Flu por tempo indeterminado

Extra
Conca promete à esposa retornar ao Fluminense após fim de contrato

CHILE :- PINOCHET FOI PARA O INFERNO, ARDE EM FOGO ETERNO, PORÉM, DEIXOU SEUS CACHORROS MASSACRANDO ...

 MAPUCHES MASSACRADOS NO CHILE

VIRA-LATAS NUNCA MAIS

Vira-latas nunca mais


"Grande parte da população ainda tem uma imagem do Brasil como país periférico, de menor importância no cenário internacional. Mas essa imagem é totalmente equivocada.

O Brasil, ao lado dos Estados Unidos e da China, são os únicos três países que estão, ao mesmo tempo, na relação dos dez países de maior território, dos dez países mais populosos e dos dez países com maior PIB no mundo.

Isso é muito significativo.(...) Ano passado, o Brasil se tornou a 6ª economia do mundo (em função de diferenças cambiais, alguns argumentam que este ano seríamos a 7ª). Projeções indicam que nos tornaremos a 5ª economia mundial em breve.

O principal desafio da diplomacia brasileira hoje, é, nesse sentido, se consolidar como a diplomacia de uma quinta economia do mundo (e) mostrar à sociedade brasileira que o Brasil precisa ter uma atuação externa à altura de sua potencialidade econômica, política e social" (embaixador Antonio José Ferreira Simões, Subsecretário-Geral do Itamaraty para América do Sul, Central e do Caribe.

CLIPPING

Brasil Econômico

Manchete: Economia com dívida pública é quase o dobro da renúncia fiscal
Queda da taxa básica de juros já permite ao governo poupar R$ 45 bilhões com o serviço da dívida. A quantia equivale ao orçamento do PAC e supera em duas vezes a perda de arrecadação com desonerações e desaquecimento da indústria. (Págs. 1 e 8)
Para Pedro Parente, câmbio continua a ser um enigma
Em entrevista exclusiva ao BRASIL ECONÔMICO, o presidente da Bunge e ex-ministro na gestão de Fernando Henrique Cardoso diz que ”nunca se sabe se o dólar está bom ou ruim. Aprendi isso no governo”. (Págs. 1 e 4)
Investimento de R$ 2,5 bi em risco
Indefinição do governo em relação ao IPI dos importados pode mudar planos de montadoras, prevê André Beer, ex-Anfavea. (Págs. 1 e 22)
Ações que deram dribles na crise
Setor de consumo se destaca entre os que ofereceram os maiores retornos, segundo ranking da corretora Elite. (Págs. 1 e 32)
As empresas já apostam em 2016
Speedo, Olympikus e Coca-Cola investem em jovens promessas do esporte para garantir espaço na Olimpíada do Rio de Janeiro. (Págs. 1 e 14)
Know-how de Munique
Gustavo do Vale, da Infraero, revela que operador alemão dá assessoria a Viracopos. (Págs. 1 e 10)

MANCHETES DESTA SEGUNDA

Manchetes dos Jornais


NACIONAIS

O Globo
Atentado que matou sete em templo nos EUA é chamado de 'terrorismo doméstico'

Folha de São Paulo
Roberto Jefferson diz que 'salvou' o Brasil de José Dirceu

O Estado de São Paulo
Delegado morto em SP já havia sofrido atentado com granada

Correio Braziliense
Acidente deixa um morto e interdita faixas

Estado de Minas
Comunicado dos EUA provoca tensão no governo chinês

Valor Econômico
Sindicatos propõem criação de fundo para manter empregos em tempos de crise

Jornal do Commercio
Especial celebra os cem anos de Nelson Rodrigues

Brasil Econômico
Se Petrobras não atrapalhar, Bolsa pode ir a 59 mil pontos

INTERNACIONAIS

The New York Times
Fluxo de cocaína é irrestrito na Venezuela

El País
Saída de presos para ir a comícios do governo choca a Argentina

Le Monde
Grande tubarão branco poderá deixar de ser protegido na Austrália

Der Spiegel
"Nós somos o novo governo", diz rebelde sírio que controla fronteira do país

Herald Tribune
Sírios deixam de lado rivalidade religiosa por desejo de mudança no governo

ESPORTIVOS

Placar
Com gol de Ademilson, São Paulo supera Sport e encosta no G-4

Gazeta Esportiva
Com selo da Libertadores na camisa, Timão empata com Vasco fora de casa

Lance
Em situação complicada, Santos perde por 3 a 0 do Náutico no Recife

Marca
Fluminense marca dois gols no fim e vence o Coritiba

Extra
Ponte Preta vence Cruzeiro e acaba com jejum

REPORTANDO

BRASÍLIA 05HR00 HAVANA 04HR00
CARACAS 03HR30 BOM DIA  BÓIA !

domingo, 5 de agosto de 2012

DOIS PESOS E DOIS MENSALÕES

domingo, 5 de agosto de 2012

Dois pesos e dois mensalões


Janio de Freitas

A premissa de serem crimes conexos os atribuídos aos réus do mensalão do PT não valeu para o mensalão mineiro

Na sua indignação com o colega Ricardo Lewandowski, o ministro Joaquim Barbosa cometeu uma falha, não se sabe se de memória ou de aritmética, que remete ao conveniente silêncio de nove ministros do Supremo Tribunal Federal sobre uma estranha contradição sua. São os nove contrários a desdobrar-se o julgamento do mensalão, ou seja, a deixar no STF o julgamento dos três parlamentares acusados e remeter o dos outros 35, réus comuns, às varas criminais. De acordo com a praxe indicada pela Constituição.

Proposto pelo advogado Márcio Thomaz Bastos e apoiado por longa argumentação técnica de Lewandowski, o possível desdobramento exaltou Barbosa: "Essa questão já foi debatida aqui três vezes! Esta é a quarta!" Não era. Antes houve mais uma. As três citadas por Barbosa tratavam do mensalão agora sob julgamento. A outra foi a que determinou o desdobramento do chamado mensalão mineiro ou mensalão do PSDB. Neste, o STF ficou de julgar dois réus com "foro privilegiado", por serem parlamentares, e remeteu à Justiça Estadual mineira o julgamento dos outros 13.

Por que o tratamento diferenciado?

Os nove ministros que recusaram o desdobramento do mensalão petista calaram a respeito, ao votarem contra a proposta de Márcio Thomaz Bastos. Embora a duração dos votos de dois deles, Gilmar Mendes e Celso de Mello, comportasse longas digressões, indiferentes à pressa do presidente do tribunal, Ayres Britto, em defesa do seu cronograma de trabalho.

A premissa de serem crimes conexos os atribuídos aos réus do mensalão petista, tornando "inconveniente" dissociar os processos individuais, tem o mesmo sentido para o conjunto de 38 acusados e para o de 15. Mas só valeu para um dos mensalões.

Os dois mensalões também não receberam idênticas preocupações dos ministros do Supremo quanto ao risco de prescrições, por demora de julgamento. O mensalão do PSDB é o primeiro, montado já pelas mesmas peças centrais -Marcos Valério, suas agências de publicidade SMPB e DNA, o Banco Real. Só os beneficiários eram outros: o hoje deputado e ex-governador Eduardo Azeredo e o ex-vice-governador e hoje senador Clésio Andrade.

A incoerência do Supremo Tribunal Federal, nas decisões opostas sobre o desdobramento, é apenas um dos seus aspectos comprometedores no trato do mensalão mineiro. A propósito, a precedência no julgamento do mensalão do PT, ficando para data incerta o do PSDB e seus dois parlamentares, carrega um componente político que nada e ninguém pode negar.

A Polícia Federal também deixa condutas deploráveis na história do mensalão do PSDB. Aliás, em se tratando de sua conduta relacionada a fatos de interesse do PSDB, a PF tem grandes rombos na sua respeitabilidade.

Muito além de tudo isso, o que se constata a partir do mensalão mineiro, com a reportagem imperdível de Daniela Pinheiro na revista "piauí" que chegou às bancas, é nada menos do que estarrecedor. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, com seu gosto de medir o tamanho histórico dos escândalos, daria ali muito trabalho à sua tortuosa trena. Já não será por passar sem que a imprensa e a TV noticiosas lhes ponham os olhos, que o mensalão do PSDB e as protetoras deformidades policiais e judiciais ficarão encobertas.

É hora de atualizar o bordão sem mudar-lhe o significado: de dois pesos e duas medidas para dois pesos e dois mensalões.


Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

IMPRENSA GOLPISTA - DOMINGO 05/08

 






Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

MANCHETES DESTE DOMINGO

Manchetes dos Jornais


NACIONAIS

O Globo
Dados do censo indicam que 20% das cidades brasileiras atingiram o pleno emprego

Folha de São Paulo
GM e sindicato fecham acordo para evitar cortes no interior de SP

O Estado de São Paulo
Consumidor não consegue comparar juros entre bancos

Correio Braziliense
Acidente na BR-251 deixa 15 animais mortos

Estado de Minas
Bruno recebe visita da noiva após punição

Jornal do Commercio
Recifenses querem mais áreas de lazer

Zero Hora
Colisão entre ônibus e carro mata dois jovens e deixa cinco feridos

INTERNACIONAIS

The New York Times
Responsável por reformas administrativas no governo Obama deixa o cargo

El País
Saída de presos para ir a comícios do governo choca a Argentina

Le Monde
Desistência de Kofi Annan é um fracasso não apenas para a Síria

Der Spiegel
Alemanha é ameaçada por invasão de guaxinins

Herald Tribune
Sírios deixam de lado rivalidade religiosa por desejo de mudança no governo

ESPORTIVOS

Placar
Após apenas nove partidas, Jorginho é demitido do Furacão

Lance
Seedorf faz golaço e Botafogo vence de virada o Atlético-GO

Gazeta Esportiva
Palmeiras erra muito, perde para Internacional e segue em perigo

Marca
Dudu Cearense rescinde contrato com o Atlético-MG

Extra
Real Madrid e Sahin entram em acordo e turco deve ser emprestado

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ARTIGOS DE MAURO SANTAYANA


A REMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS

Com a sua visão de Estado, Tancredo sempre se preocupou com as forças armadas. Sua tese era a de que os políticos do Império e, mais tarde, da República, foram os primeiros responsáveis pela sedução dos militares brasileiros pelo poder. Eles deveriam ter sido tratados com respeito e, nesse respeito, ser entendida a sua separação das decisões políticas, com a necessária submissão ao poder civil - e a melhor recompensa possível pelos seus serviços, na manutenção da soberania nacional e da integridade do território pátrio.
O político mineiro lembrava, sempre, a advertência de Bernardo Pereira de Vasconcelos contra a decisão do governo de Pedro I, em conferir poder judiciário à Comissão Militar, comandada pelo brigadeiro Francisco Lima e Silva, pai do Duque de Caxias, enviada ao Nordeste a fim de combater a Confederação do Equador. Essa comissão, e outras que se seguiram foram impiedosas na repressão aos combatentes. Só em 1824, na luta contra os pernambucanos, onze revolucionários foram condenados à morte, entre eles, Frei Caneca.
É desse tempo – não obstante a visão política pacificadora do Duque de Caxias – que surgiu a idéia subjacente em alguns setores militares de que, além de defender as fronteiras, também seria deles parte da responsabilidade política do Estado, como condestáveis da República e, mesmo, quando considerassem necessários, pela chefia do Estado e condução do governo nacional – como ocorreu em 1964.
Os militares – e nisso coincidia Tancredo com Maurício de Nassau – devem ser muito bem remunerados, tendo em vista que é deles a responsabilidade de garantir a incolumidade de todos os seus concidadãos. “É preciso tratar bem os homens da guerra” – aconselhava Nassau. “Um país subdesenvolvido, como o nosso, não se pode dar o luxo de pagar mal aos seus militares” – ponderava Tancredo. Ele desenvolvia seu raciocínio, ao afirmar que as forças armadas necessitam de homens bem preparados intelectualmente e bem treinados, a fim de estar sempre preparados para a indesejável eventualidade da defesa de nossa soberania.
A revelação dos vencimentos dos militares e sua comparação com a dos outros servidores federais – de todos os três poderes – demonstra que o orçamento de pessoal não lhes faz justiça. Se os vencimentos dos servidores do Congresso forem conhecidos (como se sabe, o sindicato que os representa conseguiu impedir a divulgação de seus contracheques) a opinião pública ficará estarrecida com a diferença entre o que ganha, por exemplo, um capitão de qualquer das armas, e um motorista do Senado. Entre o que recebe um tenente coronel e um assessor de primeiro nível da Câmara dos Deputados. A isonomia entre os vencimentos oficiais dos servidores da União não será um ato de generosidade, mas, sim, de equidade.

01/08/2012

FICÇÃO E ESPIONAGEM

(JB) - Os serviços secretos só se justificam na defesa da integridade territorial e política das nações contra seus inimigos externos, sobretudo em tempo de guerra e em situações internacionais de grande instabilidade e perigo. A experiência histórica demonstra, no entanto, que a coleta de informações por esses agentes, mesmo nessas situações, é precária. Os relatórios dos mais importantes serviços do mundo, como os britânicos, norte-americanos e franceses, de acordo com as revelações conhecidas, demonstram que, em sua maior parte, as informações eram absolutamente falsas. No caso brasileiro, costumam ser ridículas as informações dos agentes da Ditadura sobre algumas pessoas.
Os agentes precisam mostrar serviço, e, quando não há o que informar, valem-se da ficção, ou se baseiam em boatos, em denúncias absolutamente falsas, de desafetos dos monitorados. Qualquer pessoa que tenha acesso aos registros dos vários serviços secretos, aqui e em qualquer país do mundo, sobre si mesma, encontrará absurdos espantosos. E – o que é curioso – na maioria das vezes, esses serviços não conseguem registrar as atividades reais dos investigados contra os governos ditatoriais.
Segundo revelou o site Carta Maior, o serviço secreto da União monitorou, durante o governo do sociólogo Fernando Henrique Cardoso, as atividades dos intelectuais e políticos de esquerda que se opuseram à sua adesão ao Consenso de Washington, ao neoliberalismo e à globalização da economia. Na realidade, esses intelectuais, políticos nacionalistas, e militantes de esquerda, se opunham, de maneira clara, transparente, nunca clandestina, à entrega dos ativos públicos, representados pelas empresas estatais, e à desnacionalização da economia e do sistema financeiro, em benefício dos capitalistas estrangeiros.
Foi uma luta de peito aberto, dentro das regras democráticas, mediante documentos públicos, entre eles vários manifestos, como o assinado por personalidades respeitáveis da República, contra a privatização da Vale do Rio Doce, que tive o privilégio e a honra de redigir em Juiz de Fora, no escritório do honrado presidente Itamar Franco.
Como muitos outros homens que transitaram pela esquerda na juventude, o presidente se converteu, com a mente e o coração, à direita. De formação, e profissão acadêmica, fascinou-se pela inteligência técnica dos jovens economistas que o cercaram no Ministério da Fazenda, e genuflectiu diante de Wall Street. Ele agiu como um arrependido de seus ideais antigos, e saudou o neoliberalismo como uma nova era na História. Mas não foram poucos os que se aproveitaram de sua guinada a fim de se enriquecer com o processo. E há gestos seus que ainda incomodam a muitos de nós – como as suas relações muito próximas com alguns banqueiros e sua visível preferência por alguns consórcios licitantes, como no caso do Banco Opportunity.
Descobrimos agora que os serviços secretos não foram devidamente usados durante os oito anos dos tucanos paulistas na direção da República. Em lugar de seguir e monitorar os agentes estrangeiros que agiam em nosso país, sob o pretexto de combater o tráfico de drogas, e de acompanhar as atividades de autoridades brasileiras que colocavam em risco os interesses permanentes da nação, os arapongas investigavam os patriotas brasileiros que defendiam o nosso desenvolvimento autônomo. Nada de espantar: a Ditadura aprimorou o incipiente serviço secreto e o transformou no poderoso SNI para se alinhar aos norte-americanos na luta contra os comunistas, dentro do maniqueísmo da guerra fria. Como não há mais comunismo a combater, foi preciso encontrar outra causa, a causa dos novos liberais.

MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, QUE PASSA?

Lewandowski diz que está "estupefato e perplexo" com críticas de Barbosa


MÔNICA BERGAMO

O ministro Ricardo Lewandowki, revisor do processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), diz que está "perplexo e estupefato" com o "lamentável" ocorrido no plenário durante sessão desta quinta-feira (2), dia em que o processo começou a ser julgado. A declaração, literal, foi transmitida à Folha por sua assessoria.

Lewandowski refere-se ao fato de Joaquim Barbosa, relator do caso, tê-lo criticado enquanto votava favoravelmente a tese de que o processo deveria ser desmembrado.

A questão foi levantada pelo advogado Márcio Thomas Bastos, que defende um ex-diretor do Banco Rural.

Thomaz Bastos questionou a legitimidade do Supremo para julgar o caso, já que o processo mistura réus com foro privilegiado - que só podem ser julgados pelo STF - com réus comuns, que têm direito a ser julgado na Justiça comum.

Joaquim Barbosa votou contra a proposta do advogado. Em seguida, o presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, questionou qual seria o voto de Lewandowski. Quando o ministro começou a proferir o voto, Barbosa afirmou que ele estava sendo "desleal" ao trazer novamente a questão ao tribunal.

"Como se o país inteiro não tivesse visto que quem levantou a questão foi o advogado de defesa e que Lewandowski apenas exercia o seu legítimo direito de votar", disse à Folha um interlocutor direto do ministro.


Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

DEBATE ENTRE CANDIDATOS A PREFEITO DE CURITIBA :- TUDO IGUAL, E ISSO É MAU.


O debate entre candidatos a prefeito de Curitiba.

DEBATE ENTRE OS CANDIDATOS A PREFEITO DE CURITIBA :- TUDO IGUAL E ISSO MAU !

*da redação.
A expectativa gerada pelo debate de ontem a noite na BAND, foi frustrante.
Fora a candidatura bizarra de Carlos Moraes e a mineirinha de Meirinho, que chamam à atenção pelas excentricidades, no mais, foi bem "cutitibano" o debate, ou seja, bem bunda-mole.
Na enquete levada a cabo entre nossos colaboradores e seguidores, houve destaque para Rafael Greca.
De fato, em nossa avaliação, foi o único que soube, ou conseguiu se aproveitar da oportunidade. Como sua campanha vem crescendo em raia própria, deverá "embolar" ainda mais a disputa.
Nossa enquete ficou assim:-
Quem em sua opinião venceu o debate?
Rafael Grega em primeiro, Ratinho, Ducci e Fruet "embolados" em segundo, Bruno Meirinho em terceiro e Carlos Moraes (o bizarro) por útimo.
Segue o enterro...

CLIPPING

Brasil Econômico

Manchete: Falta de segurança e combate ao crime custam 5% do PIB ao país
Total de recursos consumidos atinge R$ 200 bilhões e cresce sem parar, independentemente do cenário econômico no Brasil; só com segurança pública, gastos no território nacional dobram entre 2003 e 2010, para R$ 50 bilhões anuais. (Págs. 1 e 4)
Discórdia no Supremo surge já no primeiro dia do julgamento
Pedido para que réus do mensalão sem foro privilegiado não sejam julgados no STF provocou debate de três horas e meia entre ministros. Ao fim, foi negado. Mas a leitura da acusação pelo procurador-geral ficou para hoje. (Págs. 1 e 10)
Regras do leilão da TAP são definidas
Processo de privatização da companhia aérea de Portugal terá duas fases; governo do país tenta despertar interesse de empresas brasileiras. (Págs. 1 e 19)
Liberadas, Claro, Oi e Tim miram os pais
Anatel suspende proibição na comercialização de novos planos e operadoras tentam retomar nível de vendas com promoções para o Dia dos Pais. (Págs. 1 e 24)
Incentivos dão espaço às PPPs
Enquanto aguardam desoneração, estados apressam o lançamento de dez projetos de parceria em saneamento e mobilidade. (Págs. 1 e 6)
Anfavea diz que abre mão do IPI
Cledorvino Belini, presidente da entidade, acredita que queda dos juros é suficiente para manter vendas e nível de emprego. (Págs. 1 e 8)
Renault amplia fábrica de motor
Demanda maior na Colômbia e na Argentina leva montadora a investir R$ 40 milhões no aumento de 25% na produção. (Págs 1 e 18)
Prêt-à-porter
Demilson Guilhem, presidente da Hass Latam, quer vender caixa automático de câmbio para bancos. (Págs. 1 e 30)
------------------------------------------------------------------------------------

MANCHETES DESTA SEXTA-FEIRA

Manchetes dos Jornais


NACIONAIS

A Tarde
Governo apresenta contraproposta para professores estaduais

Correio da Bahia
PF intercepta conversas entre presos e comparsas soltos

Tribuna da Bahia
Rei de Copas se entrega acompanhado de advogado

O Globo
Procurador-geral decide não pedir impedimento de Toffoli para julgar o mensalão

Folha de São Paulo
Lewandowski se diz 'perplexo' com críticas no STF; Barbosa rebate

O Estado de São Paulo
Anatel libera venda de chips da TIM, Claro e Oi a partir desta sexta-feira

Correio Braziliense
PM é condenado a indenizar em R$ 40 mil o deputado Paulo Tadeu

Valor Econômico
Magazine Luiza é condenado por cortar direitos trabalhistas

Estado de Minas
Dupla instala chupa-cabra em banco e é presa ao tentar subornar PMs na Savassi

Jornal do Commercio
Alfândega apreende 28 toneladas de mercadorias falsificadas

Zero Hora
Erro em cálculo leva INSS a aumentar o benefício de 491 mil segurados por invalidez

Brasil Econômico
Editoras da Abril vendem 44,8 milhões de livros ao governo

INTERNACIONAIS

The New York Times
Aviões de guerra sírios atacam Aleppo enquanto rebeldes usam

El País
Como em toda campanha, Chávez se refere aos EUA como o inimigo a derrotar

Le Monde
Na China, crescem os levantes contra as indústrias poluentes

Der Spiegel
O perigoso sonho de dinheiro ilimitado da Europa

Herald Tribune
Após o desastre, serenidade surreal em Fukushima

ESPORTIVOS

Placar
Reprovado em exames no Figueirense, Caio acerta com o Bahia

Lance
Liedson é o novo reforço do Flamengo

Gazeta Esportiva
Avaí anuncia a contratação do atacante Jóbson

Marca
Colorado admite interesse em Rafael Moura e contato por Ganso

REPORTANDO

BRASÍLIA 05HR35 HAVANA 04HR35
CARACAS 03HR05 BOM DIA  BÓIA!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CLIPPING

Brasil Econômico

Manchete: Man Caminhões congela plano de investimentos de R$ 1 bilhão
Diante da retração no mercado, líder nas vendas de veículos pesados coloca na gaveta projeto que aumentaria em 50% a capacidade de produção em sua fábrica em Resende (RJ); planos de expansão podem ser retomados em 2013. (Págs. 1 e 18)
Chalita ataca Kassab e Serra, mas poupa Dilma
Em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO, candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo diz que no debate de hoje vai criticar a gestão da cidade, mas promete “ser elegante”. (Págs. 1 e 4)
Empresas captam só 55% do previsto na bolsa em 2,5 anos (Págs. 1 e 30)


Para Fed, economia dos EUA não precisa de incentivos (Págs. 1 e 36)


Brasilprev compra carteira de previdência privada de R$ 423 mi
Negócio, realizado coma Mapfre Nossa Caixa, acrescenta 500 pontos de venda e 100 mil clientes para empresa. (Págs. 1 e 31)
Julgamento do mensalão começa com polêmica entre Gurgel e Toffoli
Procurador pode pedir impedimento do ministro mais jovem do STF, que foi advogado do PT e da União. (Págs. 1 e 8)
Estados perdem R$ 600 milhões com redução da alíquota da Cide
A desoneração do imposto de combustíveis prejudica investimentos e pode acabar em ação no Supremo. (Págs. 1 e 10)
Pressão no Planalto
Governador Jaques Wagner faz apelo à presidente Dilma por incentivos à fábrica da JAC Motors na Bahia. (Págs. 1 e 19)
------------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

CAMPANHA EM CURITIBA, QUEM É QUEM?

ANÁLISES SOBRE O PROCESSO ELEITORAL EM CURITIBA *

A probabilidade do segundo turno nas eleições em Curitiba parecem bastante concretas.
Com três candidaturas "emboladas" e uma quarta ensaiando ascensão, o processo promete.
A novidade, a surpresa, ao menos é o que mostram as primeiras pesquisas, ficou por conta do jovem deputado Social Cristão, Ratinho Junior.
É justamente essa candidatura que devemos observar com maior critério. Não exatamente o candidato, mas como a Máquina Eleitoral Oficial, o Estado Maior do Lernismo/Beto/Taniguchi, opera e manipula as eleições.
Profissionais da maior competência, provada por vitórias consecutivas na capital, são especialistas no teatro de operações eleitoral.
O poder econômico propicia ao Grupo, com muita antecedência o rastreamento, as tendências e os cenários, o terreno, no qual se darão as batalhas e o final da guerra.
Municiados cientificamente, constroem candidaturas via de regra vencedoras.
Desta vez não será diferente, ainda mais com prestígio inegável do comandante de plantão, Beto Richa.
No espectro eleitoral posto, consideram a eminência de um segundo turno, portanto, qual a melhor tática para o primeiro?
De posse de aparato econômico não comparável, tendo ainda as máquinas do Estado e da Prefeitura dominadas, com sua estratégia eleitoral traçada, o Grupo opera em várias frentes, mas "por trás" da cortina de fumaça, aplicando a máxima de Bismarck, de que nunca se mente tanto como as véspera de uma eleição, durante uma guerra e após uma caçada, trabalham celeremente a contra-informação.
Neste sítio é que devemos nos debruçar sobre o papel da candidatura de Rato Filho.
Sabem os estrategistas dos Palácios que o "elo" mais fraco, mais vunerável, num segundo turno será certamente o Jovem. 
Com um apelo popular construído por seu pai, apresentador de televisão de um programa burlesco, atinge e faz sucesso nas camadas periféricas, despolitizadas, de baixa instrução formal e fácil manipulação.
Vulneráveis, se identificam facilmente com o apelo e o estilo da candidatura.
Jogarão (os palacianos) primeiro no crescimento, sem interferências, ao menos aos olhos mais desavisados com o crescimento do Jovem e com a cizânia nas oposições, pra colherem os resultados lá na frente, no segundo turno.
Sabedores do conservadorismo do eleitorado curitibano e de que o "lumpezinato" eleitoral é extremamente volúvel, sabem que certamente a oposição dividida no processo, terão a vitória tranquila no segundo turno.
Talvez falte combinar com os russos, porém, não deixa de ser correta a tática.
É muito cedo pra avaliar, quando se iniciar os programas na tv, e os prováveis debates, o conteúdo e a consistência das candidaturas ficarão mais claras, bem como os "inimigos" preferenciais no estágio da campanha.
Quem viver verá.
*equipe de redação.

DIGA-ME COM QUEM ANDAS E LHE DIREI QUEM ÉS...


De @LucianoDucci para @Ratinho_Jr: você é nosso e nós somos ‘teu’


Ratinho Jr, Luciano Ducci e Beto Richa durante a Marcha para Jesus.

IMPERDÍVEL :- ELEITOR PEDE A SERRA AUTÓGRAFO NO LIVRO "A PRIVATARIA TUCANA" !!!




Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

POR QUE O JUDICIÁRIO É TÃO PREGUIÇOSO E CORRUPTO?

MAIS UM JUÍZ APOSENTADO, POR QUE NÃO FOI PRO XILINDRÓ?

Desembargador é aposentado por venda de decisões
O Conselho Nacional de Justiça decidiu, nesta segunda-feira (30/7) aposentar compulsoriamente o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Edgard Antônio Lippmann Júnior, por participação em esquema de venda de decisões judiciais.
Segundo o processo, o desembargador conceceu liminar em novembro de 2003 para possibilitar a reabertura e manutenção de uma casa de bingo em Curitiba da empresa Monte Carlo, em troca de vantagens financeiras.
Com a decisão, o desembargador, que já havia sido afastado de suas funções pelo CNJ em 2009, recebeu a penalidade máxima em âmbito administrativo e receberá proventos proporcionais ao tempo de serviço.

CLIPPING

Brasil Econômico

Manchete: Governo reduzirá custos na folha de pagamentos para mais setores
A nova rodada de desoneração em estudo deverá beneficiar cerca de 30 setores da economia e vai entrar em vigor em janeiro do ano que vem. Como contrapartida do benefício, haverá o compromisso de manutenção do nível de empregos. (Págs. 1 e 6)
Dilma diz que Venezuela traz negócios ao Mercosul
Para a presidente, o ingresso do novo parceiro abre oportunidades de investimento a vários empreendimentos. Dilma vê espaço para a integração das cadeias produtivas na região. A reunião do bloco, com a presença de Chávez, descartou sanções econômicas ao Paraguai. (Págs. 1 e 8)
Mantega cortará incentivo de IPI
Para ministro da Fazenda, não é necessário prorrogar a isenção das montadoras. “A fase mais difícil já passou e a geração de empregos vai acelerar no fim do ano”, afirmou. (Págs. 1 e 4)
Frete subirá 30% com nova lei
Aumento atingirá os preços de praticamente todos os produtos e causará impacto na inflação anual de até 0,83%. (Págs. 1 e 10)
Desemprego na Europa é recorde
Taxa na região do euro chega a 11,4% sob efeito da alta na Espanha, que atingiu 24,8%. Áustria, com 4,5%, tem o menor índice. (Págs. 1 e 36)
Ação a R$ 2 seria barrada em NY
BM&FBovespa tem 61 papéis com valor inferior a US$ 1, cuja negociação seria impossível na Bolsa de Nova York, como ocorreu com a Kodak. (Págs. 1 e 31)
Na espera
A Embraer, de Fernando Curado, mantém interesse na Hawker para voltar à produção de turbo élices. (Págs. 1 e 18)
------------------------------------------------------------------------------------

MANCHETES DESTA QUARTA-FEIRA

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Manchetes dos Jornais


NACIONAIS

O Globo
Câmara e Senado divulgam salários sem nomes de servidores

Folha de São Paulo
Governo cede e greve de caminhoneiros deve terminar amanhã

O Estado de São Paulo
CNJ aprova ‘ficha limpa’ para cargos de confiança do Judiciário

Correio Braziliense
Homem é preso suspeito de abusar sexualmente da filha de quatro anos

Valor Econômico
Bovespa é melhor aplicação em julho, mas ouro lidera no ano

Estado de Minas
Polícia mineira prende no Rio de Janeiro um dos traficantes mais procurados de Minas

Jornal do Commercio
TJPE pede para que a PM intervenha em ato dos policiais civis em greve

Zero Hora
Chuva de granizo atinge Arroio do Padre

Brasil Econômico
Bolsa é a melhor aplicação em julho; poupança é a pior

INTERNACIONAIS

The New York Times
Devoluções dos planos de saúde amolecem alguns que duvidavam da reforma da saúde

El País
Justiça espanhola transfere para as mulheres a decisão final do aborto

Le Monde
Após dois anos de uma seca histórica, México permanece em situação crítica

Der Spiegel
A origem da crise: Corrupção e nepotismo assustam o sul da Europa

Herald Tribune
Após o desastre, serenidade surreal em Fukushim

ESPORTIVOS

Placar
Goleiro falha e Ceará cede o empate para o Boa no Presidente Vargas

Lance
Paraná fica no empate com o Avaí e não avança na Série B

Gazeta Esportiva
América-MG tropeça no Joinville e perde invencibilidade em casa

Marca
Criciúma derrota o Guarani e segue na liderança isolada da Série B

Extra
Empate no Serra Dourada encerra sequências de Goiás e ABC

REPORTANDO

BRASÍLIA 03hr30 HAVANA 02hr30
CARACAS 01hr00 BOM DIA BÓIA!