ANÁLISES SOBRE O PROCESSO ELEITORAL EM CURITIBA II *
A probabilidade do segundo turno na capital se consolida.
O resultado, os números da pesquisa confirmam a tendência, deixando a novidade por conta da alteração nas posições dos que disputam até então cabeça-a-cabeça a liderança das preferências.
Rato Junior deixa o G-2, cai de primeiro para terceiro, Dulcci sai de terceiro e assume a liderança, Fruet se consolida.
Em nossa avaliação anterior afirmava-mos que o eleitorado do jovem Rato, baseia-se nas camadas periféricas, despolitizadas, de baixa instrução formal e que a vunerabilidade deste lumpesinato eleitoral seria explorada pelos palacianos.
Dito e feito, bastou meia dúzia de intervenções de serviços públicos nos grotões, alguma campanha do agasalho, dois ou três arrastões da famiglia Richa no meio do lumpesinato e pronto, virou o jogo, escantearam o filho do Rato.
Esperavamos, é verdade, um crescimento sustentado de Rafael Greca, o que não se observou, a quarta candidatura em ascensão não demonstrou tutano, empacou, a rigor declinou um pouco.
Desta feita o que nos chamou à atenção, foi a consolidação de Gustavo Fruet. Candidatura de maior estofo político, moral e ético, vai demonstrando no dia-a-dia seu alicerce em bases concretas, pouco suscetíveis a solavancos. Preferido de eleitores mais politizados, com maior instrução formal, portanto mais esclarecidos, formadores de opinião, consolidados, e de índices de rejeição invejáveis, raríssimos, demonstrado na consulta, Fruet vai se cacifando ao segundo turno.
A probabilidade do segundo turno na capital se consolida.
O resultado, os números da pesquisa confirmam a tendência, deixando a novidade por conta da alteração nas posições dos que disputam até então cabeça-a-cabeça a liderança das preferências.
Rato Junior deixa o G-2, cai de primeiro para terceiro, Dulcci sai de terceiro e assume a liderança, Fruet se consolida.
Em nossa avaliação anterior afirmava-mos que o eleitorado do jovem Rato, baseia-se nas camadas periféricas, despolitizadas, de baixa instrução formal e que a vunerabilidade deste lumpesinato eleitoral seria explorada pelos palacianos.
Dito e feito, bastou meia dúzia de intervenções de serviços públicos nos grotões, alguma campanha do agasalho, dois ou três arrastões da famiglia Richa no meio do lumpesinato e pronto, virou o jogo, escantearam o filho do Rato.
Esperavamos, é verdade, um crescimento sustentado de Rafael Greca, o que não se observou, a quarta candidatura em ascensão não demonstrou tutano, empacou, a rigor declinou um pouco.
Desta feita o que nos chamou à atenção, foi a consolidação de Gustavo Fruet. Candidatura de maior estofo político, moral e ético, vai demonstrando no dia-a-dia seu alicerce em bases concretas, pouco suscetíveis a solavancos. Preferido de eleitores mais politizados, com maior instrução formal, portanto mais esclarecidos, formadores de opinião, consolidados, e de índices de rejeição invejáveis, raríssimos, demonstrado na consulta, Fruet vai se cacifando ao segundo turno.
A propósito, as manifestações do Senador Requião tem ajudado e fortalecido Fruet, o que não era bem a intenção, bem como a tentativa de desqualificação e os ataques pela "direita" através de blogueiros "independentes e progressistas" contratados, e declarações marotas dos políticos ligados ao Beto Richa também não tem afetado a candidatura,ao contrário, não colam.
Continuando nesta senda, consolidando esses números, poderemos ver neste processo a " a mãe de todas as batalhas ", com Beto Richa descendo do salto, pegando Ducci pelos colarinhos e arrastando-o em via pública com toda máquina do Estado a caça de votos, nem que isso custe a "quebra" do erário.
Começa o quesito "rejeição" ter peso decisivo.
Na próxima análise faremos consideração sobre o antigo, bom e velho Voto Útil.
Quem viver verá.
*da redação.



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