. Neste domingo, o Farol de Alexandria cobriu de uma espessa nuvem cinzenta os tímidos raios de sol que saíram na manhã de São Paulo.. Ele escreveu na pág. A2 do Estadão um de seus habituais obtusos artigos: “Os limites da tolerância”.
(E se o “limite” for ultrapassado ? O que fazer ? Dar o Golpe, insigne sociólogo ?)
. O estilo é tedioso, inchado, cheio de gordura.
. O conteúdo, óbvio.
(Por falar nisso, por que o New York Times não renovou o contrato para distribuir artigos dele pelo mundo afora ?)
. Diz a certa altura o Farol, aquele que iluminava a Humanidade e desapareceu no terremoto:
“O mais triste ocorre, como agora, quando os que chegaram ao poder para renovar … aderem aos hábitos do ‘clube oligárquico’ e se autoatribuem (sic) a ‘missão histórica’ de perdoar os transgressores e dar continuidade às velhas práticas…
(adverte sobre os) riscos de novos populismos, de esquerda ou de direita, que possam preencher com uma retórica cativante a falta de sintonia entre as instituições (desmoralizadas) e o sentimento das MASSAS (ênfase minha – PHA) .”
. Tradução: que inveja do Lula, que sabe falar ao povo.
. Não confundir “povo” com “massas”, insigne sociólogo.
. A inveja tem uma virtude, diz o sábio: corrói o invejoso por dentro.
Paulo Henrique Amorim
Colaboração Cláudio Fajardo



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